quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A ONU volta atrás e reconhece legitimidade do Governo Constitucional de Honduras

Eu estava preparando esta edição do Notalatina quando recebi a notícia de que, finalmente, o Conselho de Segurança da ONU reconheceu que NÃO houve golpe de Estado em Honduras! Apesar de não depositar a mais mínima confiança nesta instituição por estar repleta de comunas e sob os desígnios da Nova Ordem Mundial, não posso deixar de ficar feliz, porque tanto a ONU como a OEA são as instâncias que detêm o poder e que estavam travando o processo constitucional do governo de Roberto Micheletti.

Mas, o bandoleiro do chapéu recusou-se a acreditar que fora derrotado e já disse, através de um de seus assessores – Carlos Eduardo Reina, o mesmo que pagou milhões de dólares a seguidores zelaystas, dinheiro que se desconfia ter origem nas FARC -, que esta decisão nunca existiu, que a informação é falsa. Pois bem, abaixo traduzo alguns trechos do que já foi publicado pelo jornal digital Hondudiario.com, informações dadas com exclusividade para este informativo hondurenho:

“Segundo a parte resolutiva do estudo, assinala que “muitos dos problemas de Honduras tiveram suas raízes nas mesmas Nações Unidas. A Assembléia Geral das Nações Unidas, sob a presidência claramente ideológica do senhor Miguel D’Escoto Brockman, que adotou uma resolução sobre a situação em Honduras com data de 30 de junho de 2009, a somente 48 horas que se tivesse deposto Zelaya da presidência de Honduras”.

“O outro ponto sobre esta resolução contra Honduras, foi demandar “a imediata e incondicional restauração do Governo legítimo e constitucional do Presidente da República, Don José Manuel Zelaya Rosales e da autoridade legalmente estabelecida de Honduras, sem antes entender claramente o que havia sucedido em Honduras”.

Como se vê, valeu muito a pena o duro discurso do presidente Micheletti na abertura da sessão com os chanceleres da OEA, no dia 7 de outubro, porque dentre outras coisas ele questionou a condenação que estes organismos faziam a ele e a seu país sem sequer conhecer as razões e menos ainda o que diz a Constituição hondurenha. Para quem não tomou conhecimento deste pronunciamento, onde Micheletti mostrou ser um verdadeiro estadista que defende seu país, as leis que o regem e seus compatriotas, antes de qualquer desejo ou vaidade pessoal, pode assistir aqui a primeira parte, e lá apanhar a segunda.

Parece, finalmente, ter havido um mea-culpa por parte dessas autoridades. Outro fator que pesou na decisão de retirar a condenação, foi a leitura do estudo realizado pela Biblioteca do Congresso Americano, que eu já apresentei em edições passadas, que afirmava categoricamente – à luz da Constituição Hondurenha – que não houve golpe de Estado.

Outra questão louvável por parte dos observadores, foi reconhecer que a “solução Constitucional à crise não pode residir na Assembléia Geral das Nações Unidas, pois se trata de uma questão de competência essencialmente domestica. Além disso, esta resolução tomou-se contra o Artigo 2, Parágrafo 7 da Carta da ONU que diz”:

“Nenhuma disposição desta Carta autorizará as Nações Unidas a intervir nos assuntos que são essencialmente da jurisdição interna dos Estados, nem obrigará os Membros a submeter tais assuntos a procedimentos de arranjo conforme a presente Carta”.

Ao que tudo indica, essas “autoridades” finalmente resolveram sentar-se, ler o que manda a Constituição de Honduras, deixar as paixões ideológicas de lado e fazer o que mandam as Leis, inclusive esta Carta que foi redigida por eles mesmos! E agora eu pergunto: como vão ficar as caratonhas de Lula, MAG e Celso Amorim? Que desculpa eles vão arranjar para suas atitudes precipitadas, criminosas e ao mesmo tempo patéticas, perante aquele povo ordeiro que não pediu a interferência de nenhum bisbilhoteiro que, ademais, nunca se importou com sua existência? Vou aguardar para ver...

Mas, falando em falsidade e embuste, o Notalatina apresenta hoje mais algumas “curiosidades”. Eu tinha jurado a mim mesma que nunca mais falaria da blogueira cubana, até que um dileto leitor que mora no Japão me interpelou para saber porque eu não gostava dela. Respondi na sessão de comentários da última edição mas como também recebi uma denúncia gravíssima, da esposa do Dr. Darsi Ferrer, prisioneiro político cubano, não pude deixar de fazer certas comparações com esta endeusada criatura, aproveitando coisas ditas por ela mesma, em seu blog e na entrevista que deu há duas semanas à revista “Época”, que seguem abaixo para análise.

No início da matéria de Época, é dito o seguinte: Nesta entrevista a ÉPOCA, em que Yoani falou por telefone de seu apartamento em Havana...”. Em outras ocasiões ela já havia dito que seu apartamento era próprio; todo mundo sabe que a propriedade privada não existe em Cuba, a não ser para os membros do regime. Então, encontro na edição de ontem de seu blog o seguinte: “Usam o resgatado para criar seu próprio espaço habitável, em um país no qual ninguém pode comprar – legalmente – uma casa”.

Voltando à revista. Foi-lhe perguntado: “Você já sofreu algum tipo de intimidação do governo cubano?”

Yoani – Só uma vez, em dezembro do ano passado, fui convocada a depor numa delegacia. Disseram que eu tinha ultrapassado todos os limites, mas não aconteceu nada depois”.

ÉPOCA – Como você se sustenta financeiramente?

Yoani – Assino uma coluna numa revista italiana e colaboro com outros veículos.

E eu pergunto: que revista? Quais veículos??? Ela não diz sempre que se mantém “dando aulas de espanhol para os turistas”? Bem, para quem acredita que ela ganhou fama por ser opositora, dissidente e perseguida, apresento abaixo a tradução da carta que a esposa do Dr. Darsi Ferrer escreveu pedindo o apoio internacional, para que vocês mesmos façam a comparação e conheçam o que o é DE FATO perseguição política a um dissidente. A não ser que se tenha relativizado até ações criminosas, a diferença entre uma e outra situação é abissal; só não percebe quem quiser continuar se iludindo.

*****

EM GREVE DE FOME O DR. DARSI FERRER


Havana - www.PayoLibre.com - Darsi começou uma greve de fome no dia de hoje, 13 de outubro de 2009, em protesto pelas arbitrariedades do governo cubano que o tem injustamente preso, violando as próprias leis vigentes no país.

Ele é acusado de um suposto delito de receptação, que por suas características cai na categoria de processo penal abreviado, o que equivale a que deviam tê-lo julgado em menos de 20 dias depois de ser acusado, dada a escassa periculosidade do delito e a pouca quantia dos artigos pessoais ocupados.

Faz três meses que a procuradoria lhe aplicou como medida cautelar a prisão preventiva, sem levar em conta que a lei de procedimento penal estabelece que a prisão preventiva só é aplicável quando o delito causa alarme, tem alta incidência no território, ou existe suspeita fundada de que o acusado pretende se evadir da justiça. Nenhuma dessas condições se cumprem no caso de Darsi.

A advogada de defesa contratada propôs uma mudança de medida para Darsi desde o dia 16 de setembro de 2009, e não recebeu resposta até esta data; entretanto, a lei de procedimento penal especifica claramente que a procuradoria tem a obrigação de responder as propostas de mudança de medida em um prazo de cinco dias úteis.

A lei de procedimento penal estipula que a fase de instrução do processo dos acusados se realize no menor tempo possível, e determina um prazo máximo de 60 dias para sua entrega ao Tribunal, prorrogável unicamente nos casos muito bem justificados. Ao cabo de 78 dias o processo de Darsi ainda está mantido em “instrução”, embora não haja nada que investigar e se desconhece quando o entregarão ao Tribunal para que terminem de lhe julgar, o que não tem nenhuma justificativa.

Além disso, o trato que Darsi recebe no cárcere é discriminatório, o qual se agudizou depois que o jornal El Nuevo Herald publicou sua denúncia “Interioridades da Prisão Valle Grande”, o que põe em maior risco sua segurança dentro da prisão, pois o aparato repressivo da segurança do Estado em vez de castigar os oficiais e guardas denunciados por cometer graves delitos no cárcere, mandou perseguir os presos que se relacionem com Darsi ou que simplesmente se aproximem dele. Já castigaram por essa razão os reclusos Eliecer Fuentes, Alejandro Gainza, Delfin González e Tamayo Quiala; outros estão sendo investigados ou sofreram perseguições. Concretamente, obrigam Darsi a conviver amontoado com os presos comuns e os presos que conversem com ele são castigados.

Quando o detiveram, a polícia interveio em nossa casa por uma suposta denúncia de materiais de construção de procedência ilegal. Nos apreenderam no falso registro, 2 sacos de cimento, algumas tiras de pranchinhas de ferro e também arrancaram da parede e ocuparam 2 janelas do corredor interno da casa. O que não se entende é por que não lhes interessou o saco de cimento e os dois de areia e pó de pedra que temos no portal desde há um ano e à vista pública? Por que só arrancaram 2 janelas e deixaram as outras 4 e a porta da casa, se são todas iguais?

A intenção do governo é muito clara: manter Darsi na prisão por razões políticas, sem se importar nada o mais mínimo respeito por suas próprias leis.

Responsabilizo as autoridades do governo de Cuba pelo que ocorra a meu marido, o Dr. Darsi Ferrer Ramírez, e peço à comunidade internacional que nos ajude e exija que acabe de uma vez por todas a injustiça e as arbitrariedades que ele está sofrendo.

Saudações e que Deus os abençoe.

Yusnaimy Jorge Soca, ativista pelos Direito Humanos em Cuba.

Fiquem com Deus e até a próxima!

Traduções e comentários: G. Salgueiro

sábado, 10 de outubro de 2009

O caso das vacinas criminosas

A nota dissonante de hoje não podia deixar de ser o Prêmio Nobel da Paz, dado a Obama, um sujeitinho falso desde sua biografia, que até o ano passado era um perfeito desconhecido e que até hoje não fez NADA que possa justificar tal comenda. Entretanto, me deixou imensamente feliz que a embaixadora das FARC não o tivesse levado pois isto seria muito pior, uma vez que acabaria endossando o que ela vive apregoando sobre as FARC e, por tabela, os vencedores seriam esses psicopatas assassinos.

E leio há pouco que o ministro das Relações Exteriores do Brasil – de facto -, a “eminência parda” Marco Aurélio Garcia (MAG), disse que vão aproveitar este prêmio para instigar Obama a pressionar Micheletti a fazer o que “eles” querem. Vejam o que este traste seboso dos dentes podres disse: "Queremos que a pressão aumente, sobretudo a pressão do governo americano. Vamos aproveitar agora o prêmio Nobel da Paz que o presidente Obama tão merecidamente recebeu para que ele exerça essa pressão". Isto é canalha demais, é tortura psicológica – que eles tanto criticam mas praticam à larga! -, e é exatamente por causa de gentalha deste tipo que devemos depositar nosso apoio ao Governo Constitucional de Honduras.

Recebi uma solicitação do correspondente hondurenho, em que ele pede aos amigos de Honduras a fazer exatamente isto. Ele diz que Micheletti está sofrendo inúmeras pressões (sobretudo depois que Zelaya estabeleceu a data de 15 de outubro para sua volta ao poder) para descumprir o que reza a Constituição. Até agora Micheletti se manteve firme como uma rocha, mas ele é humano e precisa do apoio de todos os que respeitam as leis, a democracia e querem distância do maldito Socialismo do Século XXI, para não fraquejar. Enviem mensagens curtas mas fortes e encorajadoras para este e-mail, pois ele precisa do apoio de todos nós: michelettimipresidente@yahoo.com.

E hoje há também uma outra solicitação de apoio, desta vez a um jornalista independente russo, que está sendo perseguido e ameaçado de morte. Isto na Rússia de Putin não é nenhuma novidade; o que ocorre é que notícias do quotidiano daquele lado do mundo não chegam ao conhecimento do brasileiro. Noticia-se apenas as comprinhas que Chávez faz àquele país ou, quando muito, os acordos comerciais entre a Rússia e os países do nosso continente, nunca tão prósperos como nos últimos anos.

Para que se compreenda a gravidade do assunto, prefiro traduzir a nota que me enviou meu “hermanito” Pablo, proprietário do site “Payo Libre”. Depois desta tradução entro no assunto propriamente dito desta edição de hoje, que é gravíssimo e merece toda a nossa atenção. Mas vamos à tradução.

LIBERDADE DE ESCREVER E DE VIVER PARA SACHA PODRABÍNEK

O jornalista independente, defensor dos direitos humanos e ex-preso político da era soviética, Alexander (Sasha) Podrabínek, recebeu ameaças de morte após publicar um artigo no site www.ej.ru. Bandos de delinqüentes juvenis pró-governamentais assaltaram um jornal para o qual ele escreve e ameaçaram sua família.

Após os assassinatos da jornalista Anna Politkovskaya, do ex-agente do FSB Alexander Litvinenko e da defensora dos direitos humanos Natalia Estermírova, que tiveram lugar recentemente na Federação Russa, não podemos ignorar as ameaças provenientes do Kremlin.

Ao publicar este chamado, esperamos deter esta nova “crônica de uma morte anunciada”.

30 de setembro de 2009.

Seguem assinaturas, dentre elas:

Vladimir Bukovsky

Eric Chenoweth

Jadwiga Chmielowska

Irena Lasota

Petruska Sustrova

René Gómez Manzano

Ana Margarita Perdigón Brito

Pablo Rodríguez Carvajal

G. Salgueiro

Quem desejar aderir, pode fazê-lo mediante mensagens eletrônicas dirigidas a apel.podrabinek@gmail.com.

Bem, como vocês viram, eu também assinei porque isto é perseguição mesmo, e não aquela farsa da cubana blogueira.

Mas antes de entrar no tema escolhido para esta edição, quero informar aos amigos e leitores que, por razões que desconheço absolutamente, os links e alguns banners que constavam como indicação no menu do lado direito do Notalatina desapareceram misteriosamente, mas logo serão repostos com a prestimosa ajuda do meu amigo e auxiliar para essas questões técnicas, Alex Brum Machado, do blog Cavaleiro do Templo.

Bem, mas o assunto que quero denunciar hoje foge completamente ao tema proposto desde a criação deste blog, pois trata-se da questão da tal “gripe porcina”, a “necessidade” de se tomar a vacina e a farsa da pandemia desta doença. Na verdade, tudo isto foi criado em laboratório com o objetivo de promover um genocídio planetário determinado pela Nova Ordem Mundial. A coisa parece teoria da conspiração, não é? Pois digo que não, que é uma conspiração real e uma ameaça a toda a Humanidade.

Algumas pessoas podem comentar que não sou médica e que, portanto, não estou capacitada a tratar destes temas de saúde pública, mas informo que há algum tempo venho estudando sobre isso e trocando informações com um amigo que é médico neurologista que comunga das mesmas preocupações minhas. Ademais, sou psicóloga clínica com pós-graduação em psicologia hospitalar, o que me dá certos conhecimentos no campo médico.


Há dois dias tomei conhecimento dos estudos que vem realizando uma monja beneditina catalã, Irmã Teresa Forcades, médica graduada em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública pela Universidade de Barcelona, a respeito da falsidade e malignidade da tal “vacina”. Nesta edição apresento duas séries de seis vídeos, uma delas desta monja e a outra série de uma jornalista austríaco-irlandesa, Jane Bürgermeister, que foi a primeira pessoa a descobrir o crime que havia por trás, não só da gripe, como da imperiosidade de se tomar a tal vacina.

As duas abordam o mesmo tema mas com visões complementares: o enfoque da monja é mais técnico-científico – embora numa linguagem claríssima -, até mesmo pela sua formação profissional, e a jornalista aborda a questão do ponto de vista político, o que torna as duas séries de vídeo importantíssimas porque nos apresenta uma visão completa do crime que está sendo planejado e já em execução em alguns países.


Todas essas descobertas começaram quando Jane tomou conhecimento de que a indústria farmacêutica Baxter Internacional enviou no começo deste ano material para as vacinas contaminado com vírus vivos da gripe aviar para laboratórios de 18 países. Quando o lote de 72 kilos da vacina (imaginem a quantidade doses que havia aí!) chegou à República Tcheca, um dos técnicos do laboratório resolveu testá-la – o que não era necessário – e todas as cobaias testadas morreram em seguida. Imediatamente ele fez uma análise das vacinas e descobriu-se que as mesmas continham vírus vivo, o que as tornaria uma arma letal, em vez de prevenir a doença.

De posse desta informação gravíssima, Jane enviou notas alertando tanto o laboratório Baxter, quanto a jornais e revistas especializadas em medicina, à OMS (Organização Mundial de Saúde), à ONU e o resultado que obteve foi o silêncio mais sepulcral e a perda do emprego. Daí ela partiu para pesquisar porquê a OMS, em um espaço de apenas 3 meses e com pouquíssimos casos registrados (sabe-se que hoje há próximo de 3.000 casos no mundo todo, com pouco mais de 137 óbitos), já declarava a gripe porcina como uma “pandemia”. Lembro de haver comentado com este amigo médico que estranhava o termo “pandemia” a uma doença que havia feito tão poucas vítimas, quando a dengue havia feito incontáveis mais e nunca foi assim rotulada. Lembramos, ainda, que doenças que levavam esta classificação antigamente, tinham dizimado milhares de pessoas, como a Peste Negra, a Gripe Asiática e a própria AIDS, embora a OMS nunca a tenha classificado como tal.

Então a jornalista encontrou a resposta: até o ano passado, a OMS tinha uma classificação das doenças que (ainda) vão de 1 a 6, sendo que para as classificadas até o nível 5, esta organização faz apenas “recomendações” e “orientações”, enquanto que no nível 6, que estabelece a pandemia, ela emite pareceres ordenando procedimentos aos países para que estes cumpram sem qualquer discussão ou argumentação. Além disso, os laboratórios conseguiram da OMS um livramento de responsabilidade, caso as vacinas levem ao óbito ou provoquem doenças graves no sistema neurológico que deixem a pessoa com incapacidade permanente. Quer dizer, há uma conspiração, no sentido de complô, para um extermínio em massa sem que a população perceba ou seja informada, gerado pela própria OMS!

Esta monja tem elaborado vídeos alertando as pessoas sobre o quê de fato é a gripe, quais as conseqüências da vacina e orientando-as a que, se resolverem aceitar ser vacinadas, que o façam conscientemente mas exijam o compromisso à reparação de danos caso a mesma apresente efeitos colaterais. Para se ter uma idéia da falsidade criminosa, ela afirma que a gripe comum mata anualmente na Europa 40.000 pessoas quando é branda mas, mesmo assim, a OMS NUNCA a rotulou como “pandemia”!

A jornalista Jane, por sua vez, alerta que o projeto prevê a obrigatoriedade da vacinação, por ela estar classificada como pandemia, e que já estão sendo elaborados métodos punitivos que podem até levar à prisão aqueles que se recusarem a vacinar-se.

Tanto uma quanto a outra falam em linguagem simples e compreensível a qualquer leigo, de forma clara e sem sensacionalismos. Os vídeos da Irmã Teresa são em espanhol e os de Jane em inglês com legendas em espanhol, e INSISTO que todos assistam e divulguem, porque estas denúncias são gravíssimas e dizem respeito a todos nós. E reforço o alerta das duas especialistas: NÃO TOMEM ESTA VACINA! RECUSEM-SE, FAÇAMOS UMA CAMPANHA OSTENSIVA CONTRA, PORQUE O QUE A OMS E A NOVA ORDEM MUNDIAL DESEJAM É UM EXTERMÍNIO EM MASSA DA POPULAÇÃO MUNDIAL.

Não vou expor todos os vídeos porque senão a postagem iria ficar muito longa, mas eles podem ser vistos aqui: 1/6, 2/6, 3/6, 4/6, 5/6 e 6/6 da Monja Teresa Forcades. E aqui os de Jane Bürgermeister: 1/6, 2/6, 3/6, 4/6, 5/6 e 6/6. São duas mulheres simples, honestas e que merecem nosso respeito e atenção, uma vez que estão se arriscando ao enfrentar grupo poderosos e perigosíssimos, como os Rockefeller e Rotschield além da própria OMS e ONU, o que desde já nos coloca incondicionalmente ao seu lado. Fiquem com Deus e até a próxima!

Traduções e comentários: G. Salgueiro

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sordidez criminosa

O Notalatina volta a abordar a situação de Honduras, hoje divulgando uma petição (que já assinei e peço que assinem se concordarem) em apoio à Honduras constitucionalista que pode ser lida aqui, um Manifesto de uma brasileira que vive em Honduras há 30 anos, lá constituiu família e está perplexa com o comportamento do governo brasileiro ao ceder sua embaixada para os atos vandálicos do golpista Zelaya e seus apaniguados.

Há ainda um documento que UnoAmérica encaminhou aos parlamentares brasileiros e ao STF, pedindo para frear as ações de Lula em Honduras e finalmente, um vídeo (não deixem de ver no final!) onde o próprio Zelaya afirma que sua ida para a embaixada brasileira foi de comum acordo com Lula e Celso Amorim. Portanto, não adianta ficar empurrando para cima de Chávez uma responsabilidade que é, em primeiríssimo lugar, desses dois senhores mas que foi gestado e parido por todos eles juntos no XV Encontro do Foro de São Paulo, no México, conforme escrevi no dia 22 pp. no artigo “Brasil: opção preferencial pela ilegalidade – Parte 2”, publicado nesse dia no site do Heitor De Paola e dias depois no Mídia Sem Máscara. Aliás, não deixem de acessar o site do Heitor diariamente, pois como não canso de dizer, é uma das melhores e mais corretas fontes de informação sobre Honduras.

Ontem eu dei duas notícias que me encheram de alegria, que foi o reconhecimento da Biblioteca do Senado americano de que não houve golpe em Honduras, e as declarações do representante dos Estados Unidos na OEA, que chamou de irresponsável a atitude do governo brasileiro de abrigar Zelaya na sua embaixada, além de responsabilizar diretamente Lula pelos atos de vandalismo ou mortes que possam decorrer de seu ato insano.

Pois bem, hoje o Comissionado Nacional dos Direitos Humanos, Ramón Custodio, pediu à OEA que respeite a dignidade dos hondurenhos dizendo que “Honduras continua sendo um Estado, que continua sendo um povo e que a ONU e a OEA, devem nos respeitar como a qualquer outro governo”.

Com relação ao Brasil – malgrado os deboches do psicopata presidente -, disse o senhor Custodio: “O governo brasileiro tem que responder ante um foro internacional, em algum momento, e se chegar a haver algum banho de sangue neste país, por culpa do senhor Lula, ele será responsável e podemos ir aos tribunais penais internacionais para acusá-lo de qualquer ato e derramamento de sangue hondurenho, de qualquer lado que seja”.

Agora, vejam só como operam canalha e criminosamente os seguidores de Zelaya. No dia 25 pp. o candidato a deputado Marcos Canales, opositor de Zelaya, foi assassinado na porta da igreja da Santidade onde ele se encontrava com a esposa e suas duas filhas pequenas, participando de uma celebração religiosa para orar pela situação de Honduras. Segundo relatou um amigo seu que presenciou os fatos, quando Canales saiu da igreja para pegar o carro dois sujeitos numa moto, da chamada “resistência”, ao vê-lo disseram: “Matemos este” e lhe dispararam dois tiros no estômago.

Em seguida, esses bandidos pegaram seus celulares para tirar fotos e telefonar para os canais “36” e “Cholusat”, duas emissoras zelaystas, enquanto Canales sangrava no chão. Imediatamente esses canais começaram a divulgar que “assassinaram mais um da resistência” enquanto os assassinos alegavam ser um dos seus e que, inclusive, havia participado das marchas pró-Zelaya. Isto foi categoricamente desmentido pela viúva, pelo pároco e pelas inúmeras pessoas que presenciaram a cena trágica, alegando ser uma mentira infame pois durante a marcha a vítima se encontrava na igreja com o testemunho de todos os assistentes ao ato religioso.

Vocês pensam que a sordidez é só essa? Não! Foram descobertas provas de um pagamento milionário feito por Zelaya ao tal Canal 36, cujo cheque o Notalatina apresenta nesta edição com exclusividade. Este canal foi um dos fechados por Micheletti porque retransmitia os pronunciamentos de Zelaya insuflando seus seguidores à rebelião e à desordem, além de divulgar notícias falsas, como a do “mártir da resistência”, sendo necessária a intervenção da viúva e do pároco para desmentir a falsidade e a calúnia.

Ontem eu comparei o decreto que Micheletti expediu ao nosso AI-5, e hoje, depois dessas informações recentíssimas e que a mídia comprada brasileira não divulga, confirmo o que expus anteriormente. Esta gente está lá disposta a qualquer coisa, pois são pagos para isso pelos petro-dólares chavistas, com a conivência do governo brasileiro. E reitero o que venho dizendo e agora autoridades confirmam: toda a desgraça, toda a destruição, toda e qualquer perda sofrida pelo povo hondurenho, sobretudo de vidas humanas, é de inteira responsabilidade do senhor Lula e sua corja de psicopatas travestidos de autoridade. Que a Justiça Divina lhes chegue muito em breve e com a severidade que eles merecem.

Fiquem com Deus e até a próxima!

Manifesto Público

Nós, brasileiros(as) que formamos com nossos familiares a colônia brasileira de San Pedro Sula, Honduras à comunidade nacional e internacional, fazemos saber que:

1) Lamentamos e nos envergonha profundamente a atitude do nosso ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, e do governo do nosso país, ao permitir a presença do Sr. Manuel Zelaya, na sede da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa.

2) Repudiamos veementemente as ações do Itamaraty que marcaram um retrocesso nas relações diplomáticas entre o Brasil e este digno povo hondurenho e seu governo atual.

3) Protestamos por todas as ações pouco diplomáticas que estão causando, não só que o Brasil fique impedido de cumprir a sua liderança na resolução pacífica do conflito interno hondurenho, mas também põe em risco direto a representação diplomática, a nós brasileiros residentes em Honduras, aos funcionários da embaixada, aos vizinhos da embaixada e aos cidadãos de outros países que realizam gestões de procedimentos comuns nessa sede, porque armaram um escudo humano em torno da figura do Sr. Zelaya, que infelizmente foi "hospedado” pelo Itamaraty em nossa embaixada em Tegucigalpa.

4) Nós condenamos o fato de o Itamaraty e o nosso governo não terem levado em conta o nosso bem-estar, o de nossas famílias e dos nossos bens e empresas, ao tomar esta decisão sem precedentes na política externa brasileira.

5) Instamos o nosso governo a tomar as medidas corretivas necessárias, no tempo mais breve possível, para que o Sr. Zelaya não continue usando nossa embaixada para atos de sedição e de incitamento à revolta.

6) Pedimos aos três poderes do Estado brasileiro a tomar medidas adequadas para que o governo mantenha conversações com as autoridades hondurenhas para uma rápida resolução desta situação, mas respeitando a Constituição de Honduras, as leis hondurenhas e as do direito internacional, e sobretudo respeitando o princípio universal da autodeterminação e da não intervenção.

7) Nós convidamos as outras colônias de residentes neste belo país de Honduras para manifestar a seus respectivos governos, devido que é nossa opinião que outros Estados também estão violando os mais elementares princípios de neutralidade, não ingerência e cooperação para a resolução de conflitos internos desta nação nobre de Honduras, que só quer desenvolver-se em PAZ, ORDEM E PROGRESSO.

Elair Schenkel de López

Presidente de la Colonia Brasileira de San Pedro Sula, Honduras



UnoAmérica pede ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal do Brasil para parar as ações de Lula em Honduras

Senhores,

Deputados e Senadores do Congresso Nacional

Magistrados da Corte Suprema de Justiça

República Federativa do Brasil.

Tenho a honra de dirigir-me aos senhores na oportunidade de expor-lhes o seguinte: o aval de Lula à operação que permitiu o regresso clandestino de Zelaya a Honduras – assim como o apoio logístico que a Embaixada do Brasil lhe presta, para que desde lá coordene ações destinadas a provocar uma guerra civil – afeta a estabilidade da região centro-americana e prejudica gravemente os interesses nacionais de vossa nação.

Aparentemente, as ações internacionais de Lula procuram defender a democracia e incrementar a presença do Brasil na América Latina. Entretanto, isso é só na aparência.

Na realidade, as manobras de Lula no exterior estão desenhadas para favorecer única e exclusivamente seus aliados do Foro de São Paulo [1], organização que pretende destruir as instituições de nossas nações e colocar o Poder Executivo acima dos demais poderes públicos, como ocorre na Bolívia, Equador e Venezuela, e como Zelaya pretendia fazer em Honduras.

Até agora Lula se comportou como um socialista “moderado”, porque as sólidas instituições brasileiras o impedem de atuar de outra forma. Todavia, a estratégia de Lula consiste em apoiar os radicais na periferia, para facilitar o avanço do socialismo radical dentro do vosso próprio país. Sem dúvida, Lula tem favorecido a Chávez de maneira inaceitável [2].

Para entender a relação tão estreita que existe entre Lula, Chávez e Zelaya, assim como o pano de fundo das manobras do governo brasileiro em Honduras, é de vital importância que vossas instituições tenham acesso às informações contidas nos computadores de Raúl Reyes.

Faço um respeitoso chamado a investigar seriamente por que o Congresso e a Corte Suprema de Honduras se viram obrigados – por mandato constitucional – a destituir Zelaya. Também me atrevo a sugerir-lhes que impeçam que o presidente Lula continue provocando conflitos em Honduras.

Sem outro particular a que fazer referência, aproveito para fazer-lhes chegar meus mais sinceros desejos pelo bem-estar e o progresso de vossa grande nação.

Muito atenciosamente,

Alejandro Peña Esclusa

Presidente de UnoAmérica

www.unoamerica.org

(1) Ver artigo - El Foro de Sao Paulo a los 16 años de fundado. Disponível em: http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos/FSP16anos.html

(2) Ver artigo - La verdad sobre Lula. Disponível em:

http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos/LaVerdadSobreLula.htm

Traduções e comentários: G. Salgueiro