quinta-feira, 17 de novembro de 2005


Não tendo como silenciar definitivamente as vozes daqueles que ousam discordar do regime castro-comunista que está sendo implantado na Venezuela, o tiranete lambe-botas de Fidel, Hugo Chávez e seus sequazes acusam - sem provas - a jornalista Patricia Poleo de ser autora intelectual do assassinato do procurador Danilo Anderson, por ela ter denunciado em sua coluna de jornal o envolvimento de pessoas do governo neste crime.


Neste artigo ela denuncia a forma estúpida como o regime vem lidando com o caso deste defunto que tem falado mais morto do que quando estava vivo, um “mártir” fabricado pelo próprio regime para inculpar a oposição enquanto continua cometendo seus crimes, lembrando-me, e muito, do caso do prefeito assassinado Celso Daniel, do PT, posto que ambos os falecidos de repente tornaram-se peças tão incômodas quanto um macaco em loja de louças aos partidos e aos governos de ambos os países.


É nítido também observar que o modus operandi de todo regime comunista, em qualquer país que exista (que coisa mais ultrapassada, meu Deus!), é igual: roubos, mentiras, extorsões, fraudes, crimes, sempre atuando em nome “da causa” e pela sede de Poder e Dominação. Pessoas tornam-se incômodas ou sem serventia? Retira-se da foto ou da vida; elimina-se-o, como se elimina o lixo ao final do dia. Sem pejo. Sem remorso. Sem perdão.


Leiam o que nos escreve a jornalista Patricia Poleo desde a clandestinidade, mais uma voz que o criminoso delinqüente Chávez teima em amordaçar. Solidarizo-me com ela e identifico-me em várias passagens deste artigo enquanto me pergunto: “quando” será a nossa vez, nós que não tememos dar a cara para bater e que não calamos as nossas vozes diante das mentiras e dos crimes praticados por este governo comunista que se instalou no país?


Brava, Patricia! Resiste, GUERREIRA!


Fiquem com Deus e até a próxima!


***


Voz da clandestinidade


Patricia Poleo


Desde a sexta-feira até o momento em que escrevo esta coluna, muitas coisas ocorreram em minha vida e muitos sentimentos se cruzam dentro de mim. Estava dando aula na Universidade Santa Maria e explicava aos estudantes a forma de corroborar a verdade. Um de meus alunos entrou na sala para buscar-me porque me haviam ditado medida privativa de liberdade. Apenas pude me despedir dos rapazes com os quais tenho um dos meus maiores compromissos, porém, ao sair da sala senti que talvez com o que ocorria lhes dava a maior das lições.


Desde esse momento tenho estado tomando decisões. E vendo. Vendo, por exemplo, como Isaías Rodriguez mente reiterada e deliberadamente. Como cada vez que ele fala comete uma inconsistência a mais. Como oferece datas e fala de situações que não pode sustentar. Como se afunda tratando de afundar-me. Entendo que Isaías não tem idéia do que é o Direito Penal, não sabe o que é um indício ou uma evidência, por isso comete tantos erros que nem sequer a juíza que foi colocada para fazer o trabalho sujo no mesmo dia em que saiu a decisão, vai poder sustentá-lo. Isaías tem uma “testemunha”. Bem, melhor dizendo, quem a tem é Mariano Díaz, membro do “Bando dos Anões”, a quem a irmã de Danilo, Lourdes Anderson, acusou de ser parte da Rede de Extorsão do procurador de Ambiente.


Aparentemente, a suposta testemunha é a esposa do piloto de Mezerhane. Se essa mulher está mentindo com respeito daqueles que o Procurador pretende implicar nesta barbaridade é em troca de sua liberdade, porque uma das coisas que nunca se entendeu neste processo, é por que esta senhora havia desaparecido do cenário se estava tão relacionada com o primeiro grupo que o Ministério Público responsabilizou pelos fatos. Yoraco Bauza cumpre a tarefa de tentar manchar-me, cuidando de que fique para trás o testemunho de Lourdes Anderson, irmã de Danilo, no qual relatou aos investigadores que tanto Yoraco como Mariano Díaz e outros membros do Poder Judiciário recebiam dinheiro, produto da extorsão de Danilo. Sem jamais nos haver chamado para depor, sem nos haver sequer participado que estávamos sendo objeto de uma investigação, o Ministério Público exige nossa detenção, enquanto Isaías Rodríguez, além disso, reconhece que não nos informará, aos acusados, do que há no processo para que não tenhamos oportunidade de “traçar uma estratégia de defesa”. Isto é o que eu chamo de ser parte de boa-fé.


Porém, isso não é tudo. Supõe-se que em todo este crime fui cúmplice dos Guevara - os quais assinalei como responsáveis no Caso Montesinos - e de Johan Peña e Pedro Lander. Será que José Vicente Rangel me apresentou a estes dois personagens? Porque as únicas provas de vinculação que há com Lander e Peña é o documento que publiquei nestas mesmas páginas, no qual José Vicente Rangel filho solicita incluir um dos Guevara, Pedro Lander e Johan Peña em sua equipe de Inteligência.


Creio por certo que já está na hora de que os Guevara vão contando ao país a participação que José Vicente Rangel teve no Caso Montesinos. Será este o nexo que Isaías menciona que há entre o Caso Montesinos e o de Danilo? Porém, o cúmulo é que também sou cúmplice de um dos oficiais mais nefastos que há na Guarda Nacional, o General Jaime Escalante, a quem deunciei em diversas oportunidades nesta coluna. Como fará o procurador para armar este quebra-cabeças? Enquanto eles procuram como armá-lo, nós permaneceremos presos. Isto é o que realmente busca Isaías: calar-me. Eu me pergunto, como fará para calar sua consciência e o julgamento que a história já está fazendo dele?


Se algo desfruto na vida, é a corroboração da verdade. A isso me disponho. A rebater, uma a uma as mentiras que Isaías e Yoraco têm dito. Estou intacta, fresquinha para a luta. Na verdade, vendo o rosto deslocado de Isaías, sua ambigüidade, que por certo ele mesmo descreve em seu livro, me pergunto se ele poderia sustentar-me o olhar e sobretudo a luta a que estou disposta a enfrentar. Prepara-te, Isaías. Agora sim, terás que tomar todo o frasco de comprimidos para dormir. Minha obrigação como cidadã é comunicar a todo o país que, se pensar e agir diferente do Regime é um delito, assumo a minha responsabilidade. Porém, digo responsavelmente à minha filha, à minha família e a todos os venezuelanos que não darei o braço a torcer. Se o Regime tem como plano e norte meter presos aos que pensamos de maneira diferente, deve saber que somos muitos os que estamos dispostos a dar a cara.


O que têm em comum um CNE fraudulento que viola o direito dos cidadãos a expressar-se; um TSJ cúmplice em sua manipulação da justiça; uma Defensoria que defende o torturador e não ao torturado; uma FAN que dobra seus joelhos frente a um único homem e pisa no seu juramento à Constituição; uma Controladoria que não controla e uma Assembléia que não respeita a Lei? Têm em comum duas coisas: 1. Que coincidem na fraude, no forjamento e na mentira para pisar a justiça e, 2. São os organismos que vulnerabilizam nosso Estado de Direito e nos conduzem irremediavelmente a uma ditadura.


Hoje faço um chamado aos venezuelanos para que resistam, para que abram os olhos e despertemos para a crua realidade que estamos vivendo. Hoje o chamado não é à atenção de um caso particular; o verdadeiramente relevante é a decisão de atropelar e pisotear os direitos e a dignidade dos venezuelanos. A realidade é esta decisão tão cruel e macabra, como o planejamento do assassinato de Anderson, com o qual nada tenho a ver. É do mesmo modo cruel e macabro o assassinato de minha escolta, Gérman Delgado, e desta arremetida, apenas por pensar diferente.


Se por pensar diferente e expressar minha opinião me acusam ilegal e falsamente, pois aproveito para ratificar minha opinião e que não reste nenhuma dúvida: Não estamos em uma democracia; e como cidadãos, temos o dever de fazer o necessário para restabelecê-la. NÃO CREIO na moralidade, na integridade e imparcialidade do Ministério Público, por ser Isaías Rodríguez apóstolo da mentira e da fraude. Não creio em suas atuações por serem manipuladas e imorais; não creio em sua investigação porque a mesma está decantada pelo crivo da conveniência e da mordaça contra os que nos opomos.


Hoje estou frente a uma acusação falsa e política e é isso precisamente o que a desnuda. Aqui estou, disposta do mesmo modo que milhões de venezuelanos a irmos presos. O que não estou disposta a negociar são meus princípios e convicções. Trespassamos o umbral da DITADURA, neste caso, moderna, cuja forma e aparência de legalidade são seu débil suporte. Lembra, Isaías Rodríguez, se tua “frágil cultura” te permite, aquelas palavras de Voltaire: “Aos vivos, o RESPEITO; aos mortos, nada mais que VERDADE...”


Tradução e comentários: G. Salgueiro

sexta-feira, 11 de novembro de 2005


Hoje eu resolvi fazer uma edição diferente do Notalatina, não trazendo denúncias prontas, colhidas de sites ou notícias de jornal, mas uma denúncia mais abrangente a respeito da INTOLERÂNCIA.


Os propagadores das “idéias” politicamente corretíssimas que pululam na mídia e que acabam influenciando os conceitos e o linguajar do povo de um modo geral, costumam rotular de “intolerantes” aqueles que se mostram e se põem sem medo contrários a tais idéias. Repete-se, como um mantra, que os anti-comunistas e aqueles que denunciam seus inúmeros abusos e crimes são pessoas “preconceituosas”, “intolerantes”, “reacionárias”.


Ora, qual é o primeiro mandamento do ideário comuno-leninista? “Acuse os outros daquilo que você faz, rotule-os daquilo que você é”. Aqueles que insistem em preservar os valores morais universalmente aceitos são, de cara, rotulados de “preconceituosos” ou “intolerantes”, porque estas palavras na novilíngua gramsciana assumiram uma conotação pejorativa e que estigmatizam aqueles em quem se pôs tais rótulos. O efeito é o rotulado, em vez de assumir e manter sua postura firme na defesa de tais princípios e combater seus rotuladores com veemência, sentir-se acuado, intimidado e partir para a defensiva, desculpando-se por tal comportamento como se ele, e não o legítimo intolerante fosse o errado no jogo.


Pois eu assumo minha postura de INTOLERANTE, com todas as letras maiúsculas, sem me sentir menor do que os supostos “tolerantes” que me colaram o rótulo na testa, e com muita honra! Intolerante com comunistas, intolerante com falsos cristãos, intolerante com os castradores da liberdade alheia, intolerante com quem não respeita nem tolera os direitos de seus semelhantes.


O que me moveu a falar a respeito deste tema que está hoje em todos os jornais e noticiários mas com o sinal trocado, foi a releitura de um livro sensacional e de onde tiro constantemente muitas lições, chamado “Em cima da hora”, escrito por Suzanne Labin, prefaciado, traduzido e com inúmeras e esclarecedoras notas de Carlos Lacerda e que, apesar de ter sido publicado no Brasil em 1963, é de uma impressionante atualidade.


Dele, destaquei este trecho: “Como o comunismo não pode suspender o seu impulso hegemônico, pela razão profunda de que se não destruir a liberdade em toda parte do mundo a liberdade o destruirá em sua própria terra, o único resultado das concessões que se lhe faça é conseguir que ele se aproxime cada vez mais do centro vital de resistência à sua agressão. O que torna a defesa mais precária, mais inevitável e mais devastadora a tragédia. Paga-se a complacência de hoje com as angústias de amanhã. E, se ela persiste, com o sangue de depois-de-amanhã”.

O que estamos assistindo hoje na França (cuja excelente e lúcida análise pode ser vista em http://normabraga.blogspot.com/) e em todos os países da América Latina em que o comunismo grassa, é fruto desta “tolerância” com a intolerância de comunistas e fanáticos extremados durante décadas. Eles, os “senhores” da intolerância por excelência, acusam os outros daquilo que é próprio de seus regimes totalitários, despóticos, tiranos. E, para não parecer que estou divagando sem base, sem fundamento, cito alguns exemplos concretos da intolerância real e seus autores, esta que conhecíamos antigamente com este significado: “intransigência com relação a opiniões, atitudes, crenças, modos de ser que reprovamos ou julgamos falso; comportamento daquele que reprime por meio da coação ou da força as idéias que desaprova”.


A semana passada foi pródiga em exemplos da intolerância comunista com as “manifestações” nada espontâneas que “recepcionaram” o presidente Bush no Brasil e na Argentina. Os que “exigem” tolerância depredaram lojas, incendiaram carros, queimaram pneus, bandeiras americanas e bonecos representando o presidente daquele país, fizeram discursos raivosos e odientos pedindo a cabeça de Bush, sob os gritos de “Pátria ou morte!”, quando não, chamando-o de “Assassino do Século”, tudo isso agitando bandeiras de Cuba, usando camisas de Guevara, e sob um gigantesco painel com a cara deste assassino revolucionário de botequim.


E na Venezuela, como não podia deixar de mencionar, a intolerância vergonhosa e criminosa com aquleles que não aceitam e não comungam com o ideário comunista implantado “na marra” pelo delinqüente Chávez, acusa e quer levar a julgamento a jornalista Patricia Poleo, editora do diário 'El Nuevo País', e Nelson Mezerhane, co-proprietário do canal 'Globovisión', imputados como “autores intelectuais” do assassinato do procurador Danilo Anderson. Como ser “tolerante” com a intolerância criminosa deste proto-ditador, lambe-botas do mais antigo e cruel ditador dos últimos tempos?


Chávez, o mestre da intolerância que instituiu em seu país a Lei da Mordaça; que sob o guarda-chuva castrista manda queimar 8 jovens soldados, 3 deles falecidos, que se opuseram à cubanização das FAN; que exige silêncio dos órgãos de impresa sobre as investigações das explosões havidas recentemente numa plataforma de petróleo em Falcón, e que deixou 20 pessoas com queimaduras gravíssimas; que silencia e acoberta os “justiçamentos” feitos por suas milícias armadas (vejam foto) àqueles que ousam não admitir que a Venezuela se transforme em “Cubazuela”, com um elemento pernicioso e intrinsecamente mau como este degenerado Hugo Chávez, não se pode ser tolerante!


Não se pode ser tolerante com um apátrida que macula o Pavilhão Nacional de uma pátria que não é propriedade privada sua mas de todos os filhos da terra, com a cara de um assassino frio como Guevara estampada em meio às suas cores. Os venezuelanos de bem não foram consultados, não admitem nem merecem isto!


Não se pode ser tolerante com quem vende seu país a tiranos intolerantes e criminosos cínicos como Fidel Castro, o Abutre insepulto do Caribe, que manda prender e torturar pastores evangélicos apenas por pregarem a Palavra de Deus (vejam aqui: http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=4262), ou fuzilar pessoas que apenas querem ser respeitadas como seres humanos. Não se pode ser “tolerante” com os arautos do mal, da discórdia, de crimes de toda espécie, sob pena de ser conivente com todos esses males praticados contra nossos semelhantes.


E para finalizar, lembro que foi a “tolerância” com intolerantes venais que pôs no comando do Brasil comunistas históricos, cujas biografias são exaltadas por atos de terrorismo explícito, assalto a bancos e comércio, justiçamentos, assassinatos a sangue frio de pessoas inocentes e o pior de tudo: o “direito” de reescreverem a História do nosso país.


E como “brinde”, convido-os a baixarem este vídeo (http://www.fundacionfaes.org/media/revolucion_high.wmv) que fala da intolerância nazista e comunista e o que esta gente produziu no mundo, bem como a pensarem sobre a responsabilidade individual de cada um quando “por vergonha”, não dizem um rotundo NÃO aos intolerantes, NÃO ao comunismo. Fiquem com Deus, tenham um ótimo final de semana e até a próxima!


Comentáros: G. Salgueiro

terça-feira, 8 de novembro de 2005




O final da semana passada agitou anormalmente a cidade de Mar del Plata, na Argentina, por abrigar dois eventos opostos: A 4ª Cúpula das Américas, que reunia chefes de Estado e a “Anti-Cúpula”, como foi denominado o evento paralelo constituído, essencialmente, pelas turbas cegas, sedentas de sangue e movidas pelo ódio que formam as massas do comunismo latino-americano. Demonstrando uma atitude de total desrespeito e gratuitamente afrontosa e agressiva, o promotor de tal “evento” foi o sr. Miguel Bonasso, “ex” montonero e membro do governo anfitrião da Cúpula das Américas, o outro montonero Néstor Kirchner.


Bem, mas o que chamou a atenção mesmo, e é digno de registro, foi “a estrela” do evento em um discurso de 1:54 h. do criminoso tiranete Chávez, para uma multidão de zumbis amestrados que o interrompeu várias vezes para aplaudir, quando ele chamava mais um desqualificado para juntar-se a ele no palanque da tal “Anti-Cúpula”. A mais fina flor da escória comunista esteve presente, disputando quem espumava e esbravejava mais impropérios e absurdos contra o bode expiatório preferido por 10 entre 10 delinqüentes sinistros, o presidente Bush, presente ao evento oficial.


Não sou masoquista mas por dever de ofício ouvi toda aquela exposição patética, mambembe, coisa de fundo de quintal de quadrilheiros de morro. No início custei a crer que “aquilo” era mesmo o discurso de um presidente a uma multidão de possíveis admiradores (ou seguidores), porque o nível era algo aterrador e vergonhoso, entre vulgar, agressivo e inflamado, evocando múmias assassinas como Guevara, Allende, Fidel, Marx, Trotski, Mao (este, por várias vezes citado como exemplo a seguir), Chomski, além de convidar para acompanhá-lo a bruxa velha, mentirosa e terrorista, a porca Hebe de Bonafini que comanda as “Mães da Praça de Maio”, um cubano de nome Lazaro, que gritava rouco e histérico “Patria o muerte! Hasta la victoria!”, o cocalero Evo Morales, candidato a presidente da Bolívia e o decadente ex-jogador de futebol outrora idolatrado pelos argentinos, Diego Maradona.


O deputado Carlos Berrizbeitia (PV) assegura ter provas de que Chávez financiou o evento anti-cúpula com um montante que supera os dois milhões e meio de dólares do POVO venezuelano, que ele desfruta e dispõe como se fosse de sua conta particular. Também o decadente cocainômano Maradona, atual garoto-propaganda do Abutre do Caribe, para viajar no “trem do pó” que reunia toda a escória castro-comunista, dizer impropérios contra Bush e aparecer no palanque ao lado do delinqüente capacho de Fidel, cobrou a insignificante quantia de 100 mil dólares.


Do “discurso”, com direito a palavras de baixo calão que a massa de estúpidos zumbis era induzida a repetir com ele, Chávez citou e sugeriu a leitura de um “excelente livro” da múmia ressuscitada Noan Chomski, intitulado “Hegemonia ou sobrevivência”. Não conheço o livro mas o delirante bananero afirmava que o âmago do assunto tratado é que na época da Guerra Fria haviam duas potências antagônicas, Estados Unidos e URSS, e que hoje já não é mais “o Império” contra outro ou outros países mas contra “a opinião pública”, esta que vai às ruas e protesta, reclama e exige o julgamento do “assassino do século”, George W. Bush.


Fiquei muito satisfeita com esta afirmação porque, se é isso mesmo que está dito no tal livro, é uma confirmação (talvez velada, não li o livro, afinal) do que há uma eternidade o Olavo de Carvalho, os articulistas do Mídia Sem Máscara, o CubDest e o Notalatina referem em relação às “redes nômades”, produto do maldito Foro de São Paulo e do Fórum Social Mundial. Para quem não está familiarizado com o termo, são redes de comunicação organizadas através de ONGs, que se encarregam de, em questão de dias, horas talvez, divulgar a palavra de ordem e prepararem rapidamente as tais “manifestações espontâneas” que se vê pela tv, como passeatas, atos de vandalismo, baderna generalizada, com cartazes, panfletos, espantalhos, etc.


E para quem quiser conferir o tal discurso revolucionário, o Notalatina dispõe o link aqui: Discurso de Chávez en el cierre de la Cumbre de los Pueblos . É necessário fazer o download pois vem em MP3.



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Quando esteve aqui no Brasil há pouco, em entrevista no programa televisivo “Roda Viva” este delinqüente criminoso teve a pachorra de afirmar que “a Venezuela é o país da América Latina que mais respeita a democracia, os direitos humanos e a liberdade de imprensa”. O “cumpanhêro” Lula, ao referir-se ao “coleguinha” em declaração pela tv confirmou a mesma coisa. O Notalatina nesses seus 3 anos de existência tem provado que é exatamente o contrário e tem feito denúncias sistemáticas sobre as barbaridades cometidas contra os cidadãos opostos ao regime castro-chavista que há 6 anos vem sendo implantado naquele belo país, sobretudo contra os profissionais da imprensa e os militares, alvos preferidos do proto-ditador Chávez.


Em novembro do ano passado um procurador da Justiça, Danilo Anderson, foi vítima de um atentado a bomba que explodiu seu carro resultando em sua morte e que, na ocasião, o governo mais do que rapidamente “encontrou” os culpados na oposição. A jornalista Patricia Poleo, uma brava jornalista oposicionista, resolveu investigar o caso e acabou tendo acesso a informações constantes no processo e que levavam à possibilidade de os autores estarem dentro do próprio Governo, pois este procurador estava envolvido em extorsão aos membros da DISIP (Polícia Política) que “provavelmente” o teriam eliminado como queima de arquivo.


E enquanto este bufão assassino “agitava” as massas “conclamando-as e enterrar o maldito capitalismo e a ALCA”, a jornalista Patricia Poleo era acossada e perseguida, agora acusada de “mentora intelectual” do assassinato de Danilo Anderson.


Abaixo transcrevo duas notas graves vindas da Venezuela, uma das quais classificada, para que vocês possam ter uma idéia de como funciona aquela máfia criminosa que age sob o controle remoto do mega-assassino do Caribe. Qualquer semelhança com o que assistimos aqui, proveniente do “partido da ética e da moralidade”, que “não rouba e não deixa roubar”, NÃO é mera coincidência: são as práticas usuais de todo regime comunista. Fiquem com Deus e até a próxima!


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CÓDIGO DELTA – URGENTE!


Delta, toma nota desta pérola de minha fonte VIP no alto escalão do governo e já sabes: deves difundí-lo.


- O usurpador Hugo Chávez ficou muito satisfeito e eufórico com os resultados da entrevista entre o Procurador Geral, Isaías Rodríguez e o Embaixador norte-americano dias atrás, mediante a qual o embaixador gringo foi manipulado por Isaías para tratar sobre o caso Danilo Anderson, omitindo-se o caso do vôo do avião cubano que estava mais quente, até que o Embaixador gringo declarou ante a IMPRENSA que reconhecia o assassinato de Danilo Anderson como um ato de TERRORISMO.


Esta declaração do Embaixador foi o detonador que os assessores do G-2 cubano em Miraflores esperavam. O terrorismo é condenado pelas Nações Unidas. Chávez teria dito que “agora não há país que possa apoiar esta (impublicável) e mãe”. A Interpol atuará. Deu ordem ao Procurador Geral para tirar de circulação por um bom tempo, sabes que me refiro a Patrícia Poleo. A ativação do Comando da Resistência os fez precipitar neste abrupto plano sem uma coesão lógica de cúmplices. Não a deixarão continuar sua campanha pelo 350 e a abstenção é o que o governo mais teme nas eleições de 4 de dezembro.


Incluem mais personagens na lista negra de Chávez, ficticiamente comprometidos e como recheio do perverso plano. Porém, o alvo no momento é ela. Reinventam-se os cérebros com a posição do Cardeal Castillo Lara contra o regime. OLHO com ele. Além disso, tratam de conseguir confundir os fatos desse crime para proteger os verdadeiros autores inelectuais que, como sabemos, estão dentro do governo mesmo. Isaías sabe muito bem. O Embaixador americano em Caracas, inocentemente, lhes facilitou o início desta bestial operação como o pretendiam.


Patricia Poleo está em perigo. Chávez a aborrece e está como fera ferida pensando em uma rebelião cívico-militar massiva, que acabe com todos eles. Ele sabe que já não lhe será possível controlar tanta ladroagem e desastre administrativo.


Este é um governo apátrida, pervertido, ateu e macabro. Deves difundir esta informação com urgência dentro e fora do país.



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IMPEDEM DE NOMEAR ADVOGADOS - El Carabobeño


Caracas – O Tribunal 34 de Controle não permitiu a designação do corpo de advogados da Jornalista Patricia Poleo, trâmite que o pai da imputada, Rafael Poleo, realizaria, pois exigem que esta diligência seja feita pela acusada mesma. Assim o fez saber o advogado defensor de Patricia Poleo, Alonso Medina Roa, que assegurou que a jornalista encontra-se ainda na Venezuela e destacou que novamente o tribunal e a justiça atuam de maneira irregular, pois não se lhe permitiu ingressar e conhecer o conteúdo do processo.


“Na manhã de hoje fomos ao Tribunal 34 de Controle com a finalidade de solicitar a informação e ver se era possível que, por meio do pai de Patricia Poleo, o jornalista Rafael Poleo, se realizasse a designação de seus advogados de conformidade com o COPP. Entretanto, o secretário do Tribunal nos informou que não era possível, que não era procedente a designação do defensor, que a cidadã Patricia Poleo acudisse ante o Tribunal e fizesse a designação como defensores”, relatou o advogado.


Apontou, do mesmo modo, que não lhe permitiram fazer uma revisão nos processos, nem nas atas nas quais se estabelecem as acusações contra a jornalista Patricia Poleo. Acrescentou ainda o advogado Medina Roa, que “a licenciada Patricia Poleo neste momento encontra-se na Venezuela, simplesmente esperando a avaliação jurídica”.


O advogado deixou claro que “entendemos e é sabido que este é um caso onde parece que predomina mais o aspecto político que o jurídico, portanto devemos fazer uma combinação no caso particular. O que me corresponde junto ao Doutor Negar Granados é fazer a avaliação jurídica, porém entendemos que tem sido um caso bem polêmico devido à carência de elementos probatórios e a deficiência de situações jurídicas neste”.


Comentários e traduções: G. Salgueiro

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

Hoje é Dia de Finados, dia de reverenciar os mortos, por isso o Notalatina traz uma homenagem sincera e compungida a todos aqueles homens, mulheres e crianças vítimas dos comunistas e de suas ditaduras sangrentas, no Brasil e no mundo. Que Deus os tenha em Sua glória!


Por estranho que pareça, a homenagem vem em forma de vídeo, falando sobre a vida de um falso mito, o do “bom guerrilheiro” Ernesto Guevara de la Serna. NAO! A homenagem não é a ele mas às suas centenas de vítimas, mortas a sangue frio e sem julgamento, “apenas” porque o despótico assassino assim o quis.


É com emoção que lhes trago com exclusividade no Brasil, um primoroso trabalho de pesquisa e um documento histórico de inestimável valor que conta a saga da vida maldita deste monstro, durante 1 hora e dez minutos, sob o título “Guevara: anatomia de um mito”. Sob a Direção Geral de Luis Guardia e Produção de Pedro Corzo, o documentário apresenta filmagens da década de 50/60 tomadas em Cuba, Guatemala, México e Bolívia, depoimentos valiosíssimos como os de Enrique Ros, investigador e historiador, autor de “Ernesto Guevara: mito ou realidade”, uma das mais completas obras sobre a vida desta “máquina de matar”, depoimentos de Huber Matos, companheiro desde as primeiras horas de Fidel, hoje no exílio, além do General Luis Reque Teran, autor da prisão de Guevara na Bolívia em 8 de outubro de 1967, data também de sua morte.


De todos os depoimentos apresentados neste trabalho, fica claro o caráter degenerado daquele que mais tarde seria lembrado como um “poeta”, homem caridoso e que lutava pela causa dos pobres. Farsa, mentira e crimes; é só isto o que se vê em sua biografia, a começar pela profissão de médico que nunca teve, por ter abandonado o curso nos primeiros anos para dedicar-se à guerrilha.


Os depoentes, que combateram ou trabalharam ao lado de Guevara, são unânimes em afirmar sua personalidade psicopática demonstrada desde suas primeiras aparições no meio dos cubanos. Ele tinha preconceito contra os negros, freqüentemente tentando humilhá-los; queria ser sempre o “líder”, embora não entendesse NADA de estratégia militar por nunca ter sido um; tratava com desdém e desprezo a cubanos, mexicanos, índios e negros; foi um fracasso em tudo o que empreendeu e o mais interessante: tinha medo de Fidel.


Quando estava na Guatemala, escreveu uma carta dizendo: “Estou morrendo de rir dessa situação...”, porque ele não pegava em armas mas “queria ser” o Comandante. No México, em 1955, escreveu uma carta à ex-noiva Tita Infante dizendo: “...se se houvessem produzido esses fuzilamentos, o governo teria conservado a possibilidade de devolver o golpe...”, referindo-se ao governo da Guatemala.


Vários estudos acusam Guevara de ter sido “informante” do Serviço de Imigração do México por medo de ser deportado para a Argentina, sua terra natal, pois quando eles estavam em treinamento da guerrilha na fazenda Santa Rosa, de Maria Antonia González amiga de Fidel, os 11 cubanos do “Movimento 26 de Julho” foram todos presos em princípios de julho de 1956.


Em 28 de janeiro de 1957, após reconhecer ter matado um homem pela primeira vez, Guevara escreve à sua esposa, Hilda Gadea: “Querida velha, ... Estou na mata cubana, vivo e sedento de sangue...”, carta que mais tarde cita em seu livro “Ernesto: a memória de Che Guevara”.


Designado por Fidel para várias atividades, mostrou-se incompetente em todas elas: como presidente do Banco Central, como Ministro das Indústrias, como comandante em várias expedições na África ou mesmo dentro da Ilha, demonstrava um desprezo e ódio intrínsecos, cujo único objetivo era matar, matar, matar. Seu desdém, sua forma agressiva e prepotente de lidar com os “comandados”, seu olhar cínico e riso sarcástico, faziam com que muitos homens de bem o servissem por temer pela sua vida e de seus familiares.


Em várias ocasiões filmadas ainda na Sierra Maestra pode-se ver o que os entrevistados são unânimes em afirmar: os fuzilamentos empreendidos por Guevara, a troco de nada, ocorriam onde muitas vezes lhe era bastante “desconfiar” do sujeito para matar, sem averiguações, sem julgamentos, sem provas. Esses fuzilamentos prosseguiram nos mesmos moldes depois da “vitória” da Revolução, fazendo com que Guevara, em muitas ocasiões, mesmo estando em reunião, recebesse montanhas de papéis de supostos processos de julgamento que assinava a ordem de fuzilamento sem sequer ler o nome das vítimas e de quê eram acusadas.


Anos depois, numa conferência perante a ONU, ao ser questionado sobre os fuzilamentos massivos em Cuba, diante de todos os presentes ele afirma que “sim; há fuzilamentos porque são necessários”, passagem que está filmada e pode-se vê-lo e ouvir de sua própria boca tais afirmações.


Durante a Conferência Tricontinental o falso mito pronuncia esta mensagem: “...o ódio como fator de luta, o ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, violenta, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm que ser assim; um povo sem ódio não pode triunfar sobre um inimigo brutal...”. Já nessa ocasião, esta “máquina de matar” havia elegido os Estados Unidos como inimigo mortal e é dele a expressão “imperialismo yankee”, para designar o ódio a esses inimigos que perdura até hoje.


Ainda na Tricontinental, ele completa seu “conselho” com uma citação que pensa-se que talvez tenha sido o princípio das manifestações terroristas, hoje mais sofisticadas mas cuja idéia principal é a mesma, vejam: “Há que levar a guerra até onde o inimigo o leve: à sua casa, a seus locais de diversão, fazê-la total. Há que impedí-lo de ter um minuto de tranqüilidade, um minuto de sossego fora de seus quartéis e ainda dentro dos mesmos. Atacá-lo onde quer que se encontre; fazê-lo sentir-se uma fera acossada por cada lugar que transite...”.


Depois dos vários fracassos no continente africano e dos fuzilamentos sem conta que não saciavam sua sede de sangue, Guevara decide, e recebe o apoio de Fidel, “exportar” a Revolução à América Latina e parte para a Bolívia. Chegando lá, comete seguidamente asneiras como a de instigar os camponeses a uma luta armada pela posse da terra, sem antes se informar de que naquele país já estava em andamento uma reforma agrária. Lá ele não encontra apoio entre os camponeses que o rejeitam fragorosamente e os fracassos apenas se somam aos tantos acumulados em seu “brilhante currículo” de guerrilheiro.


Segundo depoimento do General Luis Reque Teran, Chefe da 4ª Divisão de Operações Anti-Guerrilheiras, no dia 8 de outubro de 1967, às 3:30 da tarde de domingo, Guevara foi localizado dentro de um casebre e ao ver todo o efetivo que cercava a casa, disse: “...Eu me rendo! Não me matem, sou o Che. Valho mais vivo do que morto!...”. Foi capturado com vida e levado a depoimento. Havia ordens superiores para que ele permanecesse vivo para cumprir pena por seus crimes mas, enquanto era interrogado, recebeu (não pelos que o interrogavam) uma rajada de metralhadora que pôs fim à sua porca e sangrenta vida.


Este resumo está longe de revelar tudo o que se diz neste vídeo e que desmonta a idéia de que Guevara era um homem bondoso, terno, romântico e que queria o bem dos seus semelhantes. O trabalho que esta equipe de cubanos exilados elaborou é de um primor tal, que deveria ser exibido em todas as escolas e universidades do país. Talvez assim, os jovens que no mundo inteiro exibem orgulhosos camisetas com a foto mais famosa deste cruel assassino ou que usam a boina que o caracterizou, tomassem consciência de que ostentam no peito e pretendem imitar um assassino vulgar e incompetente. Depois de saber da VERDADE sobre este falso mito, será que algum desses jovens exibiria igualmente fotos do “Maníaco do Parque”, ou de “Fernandinho Beira-Mar”, ou ainda de “Leonardo Pareja”, todos criminosos com semelhante ficha criminal?


Que as vítimas deste monstro abjeto recebam hoje a minha homenagem pelo seu martírio e que Deus não nos permita experimentar destino igual, pois é isto que desejam para o nosso país o Partido-Estado, o pseudo-frei betto e todos os que alimentam o veneno do comunismo entre nós.


Para assistir o vídeo faça o download deste link. Para quem não tem banda larga demora um pouco mas vale a pena. Afirmo que vocês não verão nada igual no Brasil. http://www.cubaliberal.org/videos/CHE_AnatomiadeunMito.wmv


Fiquem com Deus e até a próxima!


Comentários: G. Salgueiro

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Eu havia me programado para editar o Notalatina de hoje com assuntos diretamente de Cuba, notícias boas e outras gravemente vis e preocupantes, mas estas informações que vieram da Argentina me parecem mais urgentes e resolvi, então, dar-lhes prioridade.


Insisto, mais uma vez, em que os Militares brasileiros prestem atenção no assunto abordado aqui hoje, porque ele diz respeito diretamente a nós também. Me refiro ao revanchismo torpe dos venenosos escorpiões que foram poupados durante as ditaduras militares nos países da América Latina como o Chile, a Argentina e o Brasil. E esta perseguição desenfreada tem origem no maldito Foro de São Paulo e no Diálogo Interamericano que não canso de denunciar com insistência, porque neles está a raiz de todos os males que têm nos afligido e de modo especial aos Miltares e às Forças Armadas.


Penso que todos devem estar lembrados de que, recentemente, ao ser identificada a ossada de um terrorista de nome Flávio Molina, sua família, com o apoio do Ministério Público, afirmou que iria entrar com um processo contra TODOS os militares que naquele período serviram nos órgãos de “repressão”. Antes disso, penso que em setembro, denunciei aqui no Notalatina que na Argentina os antigos terroristas, hoje aboletados no governo da Nação desde o seu presidente “ex” montonero, Kirchner, estavam pedindo o julgamento dos militares envolvidos na repressão dos anos 60/70, EXIGINDO o máximo rigor e penas severas para aqueles que eles consideram “inimigos”.


Lembro, ainda, que na Venezuela a situação é semelhante com relação aos Militares que não aceitam e não aderiram aos diabólicos planos castro-comunistas da “revolução bonita”, que o Notalatina tem denunciado constantemente, inclusive recomendo a leitura de um depoimento grave publicado pelo Mídia Sem Máscara, cujo link é este: http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=4237.


A edição de hoje será curta mas tensa e carregada de preocupação, pois trata apenas do tema dos Militares argentinos, hoje perseguidos e caçados como malfeitores. Foi noticiado ontem na Argentina o pedido de detenção de nada menos que 295 pessoas entre militares, policiais federais e carcereiros que prestaram serviço na Escola de Mecânica da Armada (ESMA)

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A nota é afoita, agressiva e por isso mesmo repulsiva. Agora eu pergunto a estas mesmas pessoas tão sedentas de “justiça” mas com as mãos e a alma manchadas do sangue de inocentes, por que não merecem igual tratamento e julgamento os assassinos do bando terrorista Montoneros, e os do ERP que mantiveram em cativeiro por mais de um ano, culminando com as bárbaras torturas e morte do excepcional militar e ser humano Coronel Argentino Larrabure?. A esses monstros foi dado o prêmio de uma vida pública livre de qualquer imputação e foi graças a isto, tal como a nossa anistia, que hoje estas víboras estão perseguindo aqueles que lhes deixaram com vida e com direitos civis legais restabelecidos. Além da nota do informativo “Urgente 24”, há uma carta de um Militar enviada aos jornais argentinos, repudiando essa “caça às bruxas”. Leiam com atenção e vejam quantas semelhanças com o nosso passado recente e nosso presente!


Espero poder na próxima semana retomar as notícias sobre Cuba, pois há muito o que denunciar. Fiquem com Deus e até a próxima!


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DETÊM 295 REPRESSORES PELA CAUSA ESMA


O procurador federal Eduardo Raúl Taliano solicitou hoje (27.10) a detenção de 295 repressores que teriam atuado na Escuela de Mecánica de la Armada (ESMA). O requerimento feito ao juiz federal Sergio Torres inclui 256 marinheiros, 11 militares (Ex), 6 prefeitos, 17 policiais federais e 5 carcereiros. Todos deverão prestar declarações indagatórias como imputados de seqüestros e desaparecimentos perpetrados contra 614 pessoas que passaram ou foram vistas na ESMA.


Fonte:Urgente 24


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<p>PRISIONEIROS DE GUERRA


Sr. Diretor,


Com meu apreço,


Buenos Aires, 27 de outubro de 2005


Respaldado no inalienável direito à liberdade de expressão que outorga nossa Carta Magna, Lei suprema da Nação, farei referência a um tema de lamentável atualidade, que afeta gravemente a membros das Forças Armadas e de Segurança.


Na década de 70, houve uma guerra; não cabe discussão. Não foi um enfrentamento interno. O inimigo formado por terroristas subversivos, treinados em Cuba, no Ponto Zero, pelo Comandante Piñeiro, para impor um governo marxista no País, foi derrotado por nossas tropas, em cumprimento de ordens de um governo democrático e ajustado às regulamentações vigentes para essa modalidade de combate.


Passado o tempo, e quando muitas feridas estavam cicatrizando, o General Balza efetua um parcial e infortunado “mea culpa”, dando oportunidade aos organismos de Direitos Humanos a retomar a luta.


Chegado à presidência, o Dr. Kirchner inicia uma nova guerra, a ideológica que, sem armas, aponta à desintergação e desaparecimento sistemático de nossas Forças Armadas. Acompanhado e assessorado por ex-terroristas em arbitrária liberdade, que ocupam cargos de relevância visível (e, em alguns casos, nas sombras), em seu caráter de Comandante-em-Chefe decapita as cúpulas militares, despoja de instalações (ESMA), compartilha ordens indígenas (suspende quadros), desloca veteranos das Malvinas da Força Aérea por meras suspeitas nunca comprovadas, fomenta os Museus da Memória (parcial e injustamente inutilizada), muda a verdadeira história, corrompe as mentes juvenis e, dentre muitos atos vexatórios a nossos heróis e mártires, sistematicamente ignorados, (a tal ponto que as mesmas Instituições não lhes rendem a devida homenagem), indeniza supostos exilados, deixando de lado as vítimas do terrorismo e seus parentes. Acomete contra militares, encarcerando-os que, dado o nível da contenda lançada, os converte em verdadeiros prisioneiros de guerra, sem processo e sem condenação, e abandonados à própria sorte pela própria Instituição. Em síntese, comete um evidente e manifesto “abuso de autoridade”, contemplado em nossos Códigos de Justiça Militar. Definitivamente, este Comandante atua arbitrariamente contra sua própria tropa.


Como corolário, desejo efetuar um sério chamado de atenção, para que esta guerra termine para sempre e a Pátria viva em Paz, dando cumprimento aos princípios de unidade nacional que determina expressamente nossa Constituição.


Tenente Coronel (R) Jose Lavori


Comentários e traduções: G. Salgueiro

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

O Notalatina ficou quase todo o mês de outubro sem atualizações, em decorrência de graves avarias no meu micro agora finalmente solucionadas. Durante este período em que lamentavelmente estive ausente, inúmeras coisas aberrantes e indignas aconteceram em Cuba e na Venezuela, nesta, sobretudo. No caso de Cuba, como a indignidade humana absoluta faz parte do cotidiano daquele povo guerreiro que resiste, se expõe e enfrenta o inimigo com absoluta valentia, parece que as pessoas não se sensibilizam mais com as notícias ruins que vêm de lá. Mas hoje tenho uma notícia alvissareira sobre os cubanos que amam a liberdade e lutam por ela que seguirá mais abaixo, para contrapor-se às tantas outras ruins que tenho divulgado aqui ao longo dos anos de existência do blog.


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Da Venezuela, entretanto, todas as notas publicadas hoje são apenas um reflexo do avançado estado de degeneração moral, política e ideológica que vem sofrendo aquele tão bravo povo nas mãos de um tiranete delinqüente, mentiroso e ladrão. As desapropriações continuam, o saque à propriedade privada segue seu rumo desenfreado e as fanfarronices parecem não ter fim, embora ele negue tudo; sempre.


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Com relação às eleições próximas e ao CNE, os crimes são tão absurdos que só mesmo mentes toscas e ignorantes como as dos comunas podem praticar, certos da impunidade e julgando a burrice dos outros pelas deles próprios. Imaginem que o CNE está fazendo uma espécie de recenseamento onde acabaram descobrindo que há eleitores tão velhos, mas tão velhos que alguns chegam a ter 230 anos! Há outros, mais de 2.000 na verdade, que nasceram no mesmo dia, mês, ano e com sobrenome “González”, todos na cidade de Maracaibo. Por causa disso, já inventaram a piada de que na Venezuela mudou-se o modo de procriação: agora, se faz através do CNE!


E ainda a respeito do CNE, o Notalatina traz para seus leitores, com exclusividade, um áudio do Gen Néstor González González sobre as fraudes praticadas pelo CNE, cuja data de gravação não me foi passada mas recomendo ouvir, pois não será divulgado em outro jornal do país. Cliquem aqui: MensajeGonzalezGonzalez2.mp3 (1549914 bytes)


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E Chávez vive alardeando ao mundo que “respeita” a propriedade privada mas não é isto que a prática tem demonstrado. Depois de reunir-se com a FEDECAMARAS (semelhante às nossas Associações Comerciais), anunciou que irá nacionalizar a SIDOR, propriedade de uma empresa argentina. A SIDOR pertenceu anteriormente ao Governo mas só gerava perdas (como quase todas as estatais daqui), por isso o Governo Pastrana a privatizou, dando ações para os operários. Agora que esta empresa dá lucros, Chávez não quer dá aos operários os dividendos que lhes correspondem, com a desculpa stalinista de que isso os faria privilegiados e que, por esta razão, não lhes daria o que por direito lhes cabe. Pode? Pode. É a socialização da miséria... dos outros!


Mas vamos às notícias de hoje. Fiquem com Deus e até a próxima!


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AO MENOS 20 INTEGRANTES DO CORO NACIONAL DE CUBA SOLICITAM ASILO POLÍTICO NO CANADÁ


Ao menos 20 membros do Coro Nacional de Cuba, que começou uma tournée pelo Canadá no passado 18 de outubro e tinha previsto apresentações até o dia 5 de novembro, solicitaram asilo às autoridades desse país, segundo informou o barítono cubano Ernesto Hermes Cendoya Sotomayor, em declarão à agência EFE.


Cendoya acrescentou ainda que outros integrantes do Coro haviam viajado para os Estados Unidos para pedir asilo, e embora tenha estimado em “mais de 20” os que solicitaram refúgio, comentou que “a maioria queria ficar”.


Por sua parte, o presidente da Fundação Cubano-Canadense, Ismael Sambra, disse que a maioria das pessoas que haviam solicitado refúgio está em Toronto e ao menos uma encontra-se em Ottawa. Segundo Sambra, a tournée teve que ser suspensa devido à falta de integrantes necessários para as apresentações.


O cubano explicou à Reuters que estavam “tratando de ajudar os jovens que buscam asilo. Lamentavelmente, alguns voltaram ao hotel para recolher suas roupas e foram detidos pelos agentes de Segurança do Estado cubano”, disse.


Entretanto, porta-vozes do escritório de Imigração do Canadá e de Assuntos Exteriores disseram que não tinham informação sobre as solicitações de asilo, porém que estavam investigando o assunto. Por outro lado, “a Embaixada (de Cuba) não tem informação oficial sobre a notícia”, segundo disse à EFE uma porta-voz, que tampouco pode confirmar se a tournée continuava ou havia sido suspensa. (Óbvio que eles não vão admitir mais um frcasso e confessar sua própria derrota! G. S.).


O grupo tinha previsto viajar a Vancouver nesta quarta-feira para atuar na costa oeste canadense. Cendoya comentou que, desde que chegaram no Canadá, começaram a discutir a possibilidade de ficar lá. Qundo iniciaram as apresentações, disse, os responsáveis pelo Coro lhes retiveram suas remunerações, bem como suas percentagens das arrecadações para “tentar tornar mais difícil que escapássemos. Pensamos que este era o melhor momento para ficarmos porque não sabíamos quais eram as intenções de nossos superiores, uma vez que chegássemos a Vancouver”, disse e afirmou manter contato com sete integrantes do Coro.


Em junho de 2002 foi a última vez que um grupo massivo de cubanos da Ilha – 23, no total – decidiu solicitar asilo no Canadá, quando viajaram a Toronto por motivo da celebração da Jornada Mundial da Juventude Católica.


Fonte: www.cubaencuentro.com


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O processo de confiscação e apropriação indébita, ou seja, ROUBO, de tudo que for de propriedade privada na Venezuela agora está alcançando também as contas bancarias. Vejam esta notícia que me veio de um correspondente. Pelo jeito, deve ter sido sugestão daquele asno comunista do PT que “criou” a “Poupança Solidária”, o tal de Nazareno Fonteles, lembram? Até as cifras são semelhantes!


CONGELAMENTO DE CAPITAIS


Não acreditaram na lei das terras e já a legalizaram na Gaceta 38.263 de 1º de setembro de 2005, a Lei Orgânica para o Planejamento e Gestão da Ordenação do Território, Capítulo 2, urbanização dos terrenos Art. 137, como apareceu no dia 10 de outubro na primeira página do jornal El Universal.


Bem, agora agarrem esta batata quente e também pensem que é mentira, como no caso das terras. A próxima é uma Resolução do Ministério das Finanças através da Superintendência de Bancos. Depósitos em qualquer tipo de conta que tenha 7.000.000 ou mais bolívares, serão passados ao Banco do Tesouro AUTOMATICAMENTE, quando tais contas não forem movimentadas em 3 ou 4 meses e, a partir desse momento, os saques que você queira fazer dessa conta, têm que ser AUTORIZADOS PELO GOVERNO que, no final, dirá QUAL O MOMENTO QUE PODERÁ SACAR.


Senhores, embora vocês não queiram acreditar, como no caso das terras, alerto-os e espero que esta mensagem continue correndo para alertar o resto dos venezuelanos, porque A CONFISCAÇÃO DO DINHEIRO PRIVADO JÁ CHEGOU TAMBÉM!


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Esta informação acabou de me chegar e a reproduzo tal como a recebi. É grave e, como diz a fonte, procede de informante do próprio Governo e que já veio “processada”. Tendo a dar fé, posto que outras enviadas pela mesmo fonte sempre se comprovaram verídicas. Ademais, é bom lembrarmos que o irmão de Carlos, “O Chacal”, é embaixador da Venezuela em um país que não estou certa agora (e não tenho como confirmar por ter perdido vários arquivos em problemas do meu micro) mas penso ser exatamente na França.


CÓDIGO VICTOR – URGENTE!


Victor,


Minha fonte VIP no alto comando do Governo me havia alertado sobre estes importantíssimos dados que devem vir à luz pública; só agora me foi possível fazer chegar, tu sabes como, e já estão processados.


- Hugo Chávez, em Paris, tratou de conectar Carlos, O Chacal, e lhe foi negado. Isto desagradou o Governo francês que só está interessado nos bons negócios que estão obtendo de Chávez, porém o atenderam como a um sultão. Chávez subestimou o serviço de segurança e inteligência do Governo francês e descobriram que ele havia trasferido cem milhões de dólares para uma conta que está aberta na Suíça para cooperar com a defesa de Saddam Hussein; do mesmo modo, transferiu dez milhões de dólares para a assistência de Carlos, O Chacal.


- Para Cuba, Chávez ordenou o financiamento da construção de uma casa de praia com todos os serviços e comodidades, como albergue para velhos cubanos veteranos da revolução comunista. Estima-se em vários milhões de dólares que sairão da PDVSA, porém, por registro secreto do Governo nacional para não deixar rastros. Utilizaram um informe de danos causados pelos furacões em Cuba como contingência para dar-se o caso.


ESTA É DOLOROSA...


- Estão enganando a população com a captura patriótica de grandes contrabandos de cocaína. São os mesmos contrabandos já capturados e disfarçados, para fazer ver que o Governo sem o DEA está dando duro no narcotráfico. Entretanto, deixa-se passar a droga e estão obtendo grandes somas de dinheiro. O Governo está buscando dinheiro a qualquer custo, nesse momento crítico. É caso de vida ou morte.


- Hugo Chávez aceitou no máximo segredo a ajuda financeira para a campanha dos candidatos dos partidos da oposição que vão participar das eleições de dezembro, de forma controlada pelo CNE. Chávez diz: “Nós lhes damos a grana e eles fazem nosso jogo; isso é tudo” Os testas-de-ferro movimentaram esse dinheiro e em troca não se publicará o REP (Registro Eleitoral Permanente), nem se auditarão todas as urnas, senão como o disponha o CNE.


Em Paris, Chávez saturado de tanto licor fino, murmurou em seu entorno íntimo de acompanhantes (foram ao todo 250 pessoas. G. S) que as pessoas da Al-Qaeda e Bin Laden só servem para “revender carros e matar gentalha em centros comerciais... a velhos e crianças”, que são uns incapazes e abusadores dos dinheiros da causa... Que desde a destruição das Torres Gêmeas de Nova York não têm feito algo que valha a pena e justifique tanto dinheiro... Que “só servem para se esconder e enviar pentelhos fanáticos a imolar-se por eles”... Que já é hora de que sejam substituídos por serem ineptos e velhacos.


Victor, cumpre com o teu dever e cuida-te muito. O Regime está desesperado para manter-se no poder, porém, já tem o vento contra ele e sabe que lhe vem como um furacão. Tu entendes... M. D.5YR9.


Fonte: GusNews


Comentários e traduções: G. Salgueiro

terça-feira, 4 de outubro de 2005

O Notalatina ia ser atualizado ontem mas, considerando que a TV Lumumba, oops! TV Cultura ia apresentar uma entrevista com o delinqüente Chávez às 10:30 da noite, preferi esperar para poder, com um prazer incomparável, desmascarar as mentiras despejadas durante mais de uma hora nos ouvidos do incauto e sempre crédulo povo brasileiro, ditas pelos participantes daquela “Roda Viva”.


E concluo que valeu a pena. Para quem não viu, o que deveria ser uma “sabatina” a respeito da “revolução bonita”, suas novas leis e acordos conjuntos com países comunistas, sua atuação no maldito Foro de São Paulo e a conseqüente repercussão nos países da América Latina, o evento transformou-se num agradável convesconte entre “coleguinhas”, todos muito lisonjeados (e deslumbrados) em poder entrevistar “o mito” venezuelano mais aplaudido no Brasil do que o próprio sr. da Silva.


Eu não deveria me surpreender, certamente, pois todos os entrevistadores eram de esquerda, alguns até já haviam estado em companhia do simiesco mandatário venezuelano em Cuba, lambendo os pés do Abutre do Caribe, mas não posso deixar de registrar que me surpreendi sim, pelo nível raso das perguntas, pela primariedade com que a coisa foi abordada, perguntas dignas de uma criança do pré-escolar, mais evidente na pessoa da idiota comuna Eliane Cantanhêde, aquela que se diz “jornalista”.


Bem, mas deixando o “nível” de lado, pois é querer exigir demais o ítem “inteligência” da esquerdalha, de um modo geral, algumas respostas dadas pelo tiranete Chávez merecem ser contestadas e as farei com provas, ainda inéditas aqui no Brasil. O infeliz disse que a Venezuela é o país “mais livre do mundo” e que a imprensa nunca foi proibida de falar ou denunciar o que quer. Aponto alguns dados que foram publicados no mundo inteiro e, inclusive, no Mídia Sem Máscara, a respeito da “Lei da Mordaça”, oficializada em dezembro de 2004, as invasões aos meios de comunicação (rádios, jornais e emissoras de televisão) e, mais recentemente, a agressão física, com intimidação sob armas, destruição e confisco de material fotográfico e equipamento, de um afoito jornalista que teve a ousadia de registrar através de suas lentes, o momento em que um casal de miseráveis com uma pequena filha eram violentamente impedidos de aproximar-se do “semi-deus” de papelão.


Este fato merece ser contado direitinho. Quando esteve em Nova York, o bananero visitou o Bronx onde prometeu enviar dinheiro, médicos (talvez os cubanos excendentes das missões “Bairro Adentro”), recomendou que um técnico fizesse um orçamento que ele financiaria a limpeza do rio daquele bairro; esbanjou generosidade e dinheiro que não é dele, diga-se de passagem. Já na Venezuela, apresentou-se ao Panteón Nacional para um evento, local onde repousam os restos de Simón Bolívar e, ao ser interpelado por gente do povo, pobre, que lhe pedia ajuda, ele grita que “não pode socorrer a todos individualmente” e dá as costas aos apelos.


Em frente ao Panteón Nacional fica a “Cadeia Capriles”, empresa de comunicação dona de importantes meios impressos, dentre eles os jornais El Mundo e Ultimas Noticias. Do 5º andar, um repórter fotográfico observa o evento através da janela, tira algumas fotos quando percebe o princípio de um tumulto: guardas como feras raivosas agridem um casal de populares com sua pequena filha. Ele registra toda a cena mas, nesse momento, os brutamontes também o vêem na janela. Ele afasta-se apressado ao ver-se com armas apontadas captadas pelas lentes de sua câmera, mas no mesmo instante ouve barulho de passos no corredor e qual não é sua surpresa ao ver irromper na sala violentamente um comando de militares armados até os dentes, procurando o “perigoso criminoso” que ousou fotografar o ato brutal contra pessoas miseráveis e indefesas.


Porém, o choque do fotógrafo não terminou ainda. Ao lado dos militares vem o diretor do Diario Ultimas Noticias, Eleazar Díaz Rangel, um lambe-botas que servilmente vendeu-se ao regime e que ajuda os calhordas fardados a tomarem a máquina do fotógrafo. As fotos da brutalidade do “magnânimo” para com o seu povo jamais serão vistas mas ficaram as testemunhas oculares do jornal, sobre a “liberdade de imprensa” e “respeito” aos direitos humanos dos cidadãos venezulanos pelo regime “revolucionário” do sr. Hugo Rafael Chávez Frías.


Sobre os mais recentes confiscos criminosos de propriedades privadas, o bufão proto-ditador nega que tenha sido um ato ilegal, tirando da algibeira aquela ridícula constituição, refeita por ele, a qual ele mesmo a violenta e não é de hoje. O Art. 55 de tal Constituição reza: “Toda pessoa tem direito à proteção por parte do Estado através dos órgãos de segurança-cidadã regulamentada por lei, frente a situações que constituam aeaças, vulnerabilidade ou risco para a integridade física das pessoas, suas propriedades, o desfrute de seus direitos e o cumprimento de seus deveres”. Entretanto, em maio de 2004, esta mesma lei foi barbaramente violentada quando, por covardia, despeito e ódio, este troglodita jurássico armou um plano criminoso para destruir o escritor e jornalista Robert Alonso, autor da “Guarimba”, que estimulava a população a uma oposição pacífica para forçar o fim do “reino das trevas” chavista.


Tudo o que fora adquirido com o esforço pessoal da família Alonso foi depredado de forma bárbara e primitiva, onde fica patente o ódio como único sentimento que move o espírito dessa escória comunista e convido-os a acessar o site do escritor para certificarem-se do que afirmo aqui. Qual erva daninha, saúvas ou cupins, esta gente raivosa e violenta, como o braço armado do PT, o criminoso MST, não quer somente ter o que é do outro mas, sobretudo DESTRUIR aquilo que sua cobiça doentia e inveja desmedida jamais poderá construir. Confiram: http://www.robertalonso.com.ve/DAKTARI.htm


Recentemente, na sede de se apoderar do que não lhe pertence e destruir definitivamente, como em Cuba, toda e qualquer propriedade privada, o ditador expropriou uma fábrica, a Polar, sendo o caso da fazenda Marqueseña o que mais chocou a população venezuelana. Trata-se de uma propriedade de 8.490 hectares, produtiva, e que Chávez tomou alegando que não se tratava de “expropriação” mas “recuperação” pois, segundo ele, nenhum cidadão venezuelano é proprietário de terras por não ter passado a escritura há mais de cem anos e que, em conseqüência, essas pessoas apropriaram-se ilegalmente das terras.


No caso da Marqueseña, o “magnânimo” “ofereceu” aos legítimos donos 900 hectares do terreno e o resto diz que vai fazer uma “agricultura ecológica” (seja lá isto o que for), onde plantará café, cacau e frutas. Um dos proprietários ameaçados de expropriação diz, com toda a razão: “O presidente diz que quer buscar “fórmulas satisfatórias”, porém que fórmula nos podem dar em troca de tirar-nos as terras que nossa família adquiriu e trabalhou nela por gerações? O único que sai “satisfeito” é o que nos rouba o que foi adquirido com o nosso suor”.


Prosseguindo a entrevista, a descerebrada Cantanhêde pergunta angelicalmente se o delinqüente Chávez tem relações com as FARC e, como era de se esperar, para um pergunta cretina, uma resposta estúpida foi-lhe dada. Ele afirmou que o único contato havido com as FARC foi certa vez, no Palácio Miraflores, quando ainda no governo Pastrana ele ofereceu-se para intermediar no processo de paz entre o governo e o bando narco-terrorista.


Mente desavergonhadamente, como é prática e lei no mundo comunista. Semana passada, o Canal 41 America TV, no programa “A Mano Limpia” de Oscar Haza, o General de Brigada Néstor González González, hoje exilado, através de um vídeo feito na clandestinidade forçada, denuncia a penetração das FARC na Venezuela e, diante de um grande mapa ele mostra as várias bases e acampamentos dos guerrilheiros na fronteira e dentro do território venezuelano, apontando também as fronteiras com nossa Amazônia. Nesse vídeo ele denuncia, também, como opera o narcotráfico colombiano com o apoio dos governos dos delinqüentes Chávez e Fidel. Vejam o vídeo, com exclusividade para o Brasil do Notalatina, aqui: http://www.canf.org/2005/1es/noticias-de-Cuba/2005-sep-30-general-nestor-gonzalez-gonzalez.htm


Mas o pior ainda está por vir. Nossos entrevistadores, todos coniventes e deslumbrados com o avanço da “revolução” no continente sul-americano do qual são todos saudosistas, não perguntaram ou não aprofundaram questões da maior gravidades como as relações íntimas mantidas por Chávez e o Irã, a China e a Coréia do Norte. Não aposto que eles não sabem que essas relações não são puramente “comerciais”, mas creio mesmo que foi estratégico não revelar ao público em que se baseiam tais relações. Pois eu lhes conto.


Por trás do interesse em acabar com o direito legítimo à propriedade privada, pela inveja aos que adquiriram bens com o suor do próprio rosto, de acabar com o latifúndio para “repartir com os pobres”, há um outro interesse muito mais grave e perigoso: é que no subsolo venezuelano há inúmeras jazidas de urânio e outros minerais nobres, cuja comercialização já está sendo feita com o Irã, para a fabricação de bombas nucleares.


As próximas expropriações serão nos estados de Bolívar, Cojedes, Apure e Barinas, onde o subsolo é rico nesse precioso e cobiçado mineral. E, é importante salientar que, no recente encontro do Conselho de Segurança da ONU, a Venezuela foi o único país a se opor à resolução contra o Irã. Por que será? Leiam este artigo: http://luisdelion.free.fr/cvt200506082032.html bastante esclarecedor desses fatos.


E ainda no programa “A Mano Limpia”, de Oscar Haza, um convidado especial é entrevistado e fornece vasto material, resultante de documentos classificados, com fotos inclusive. Trata-se o ex-chefe da DISIP, Johan Peña que faz revelações estarrecedoras sobre os estreitos vínculos de Cuba com o atual chanceler Ali Rodríguez Araque, das relações de Chávez com o narcotráfico, com o terrorismo, inclusive um dos terroristas da Al-Qaeda que explodiu o metrô de Madri ano passado - e que garantiu a vitória a Zapatero -, hoje refugiado na Venezuela, além de detalhar métodos de tortura tipicamente cubanas nas dependências da DISIP e que acabaram levando à morte os torturados.


A riqueza deste vídeo, mais uma exclusividade do Notalatina, não pode deixar de visto com cuidado e muita atenção por aqueles que pretendem entender o processo de comunização da América Latina, sob o comando direto de Cuba, patrocinado pelos petrodólares da Venezuela e criteriosamente elaborado pelo maldito Foro de São Paulo que, aliás, o ex-agente da DISIP cita textualmente. Cliquem aqui: http://www.canf.org/2005/1es/noticias-de-Cuba/2005-sep-30-a-mano-limpia.htm


Bem, a edição de hoje foi diferente de todas as outras mas oferece um rico documento sobre os rumos que nosso país está tomando, considerando ser membro fundador do Foro de São Paulo, e de estar em íntima e estreita ligação com o Eixo do Mal, citado descaradamente pelo delinqüente psicopata Chávez só que, naturalmente, afirmando ser o eixo “do Bem”. Que amanhã, tantos quantos lerem esta edição de hoje do Notalatina, não digam que não sabiam, que não foram avisados e continuem acreditando nas mentiras sórdidas do comunismo, quer seja via o PT do asno palaciano, quer seja via o P-Sol da trotskista embolorada Heloísa Helena. Eu fiz a minha parte.


Fiquem com Deus e até a próxima!


Comentários: G. Salgueiro