quinta-feira, 26 de agosto de 2004

Na edição de hoje, não posso deixar de expressar a minha mais absoluta indignação e perplexidade ante certas coisas que estão acontecendo aqui no Brasil. Decididamente, este governicho comunista entendeu de rasgar a Constituição e reduzir as Leis à meras conveniências ideológicas do Partido-Estado.



Isto refere-se à primeira nota publicada hoje, retirada da revista Consultor Jurídico, que dá conta dos “conchavos” alinhavados pelo sr. Lula no Chile onde, em troca do apoio do presidente Ricardo Lagos à formação do Grupo de Amigos de Cuba, dava a extradição do criminoso e terrorista do MIR, Mauricio Norambuena, após sensibilizar-se com os apelos da militância chilena em sua visita àquele país por dois dias. De reles criminoso, terrorista e seqüestrador, este marginal passou a ser “preso político”.



Quero ressaltar duas “curiosidades” a respeito desde “caso”: a primeira delas é que a chancelaria brasileira impõe condições para extraditar o marginal, ferindo flagrantemente a soberania daquele país, quando impõe a comutação da pena de perpétua, para 30 anos. Nesse caso, pode e abole-se a tão propalada “soberania nacional”. E a outra, é que a sensibilidade presidencial e do governo brasileiro como um todo, só consegue se manifestar até às lágrimas, quando se trata de marginais, terroristas, criminosos e comunistas de um modo geral. Em sua visita a Cuba no ano passado, o Sr. Lula sequer quis saber da existência de presos políticos e muito menos interferir em favor dessas prisões arbitrárias, muitas delas por crimes forjados pelo aparato repressor do tirano ditador Castro.



As notícias de hoje interligam-se, pois todas têm relação com este ser abjeto, o assassino-em-chefe do Caribe, uma vez que ele continua, mesmo comido pelo câncer que não o leva deste mundo, dando todas as cartas na América Latina. Menos no Panamá, onde uma mulher guerreira mostra que nem todos são seus lacaios servis.



Não deixem de ler o que o sonho de liberdade é capaz de fazer com uma pessoa. Se a escravidão em Cuba não fosse coisa tão patente e clara, as pessoas não se arriscariam do modo que fazem, jogando com a própria vida, arriscando tudo para fugir daquele inferno. O exemplo que esta moça deu ao mundo, é a prova cabal disso que falo.



Amanhã o Notalatina traz mais notícias inéditas. Fiquem com Deus!



STF CONCEDE PEDIDO DE EXTRADIÇÃO A HERNÁNDEZ NORAMBUENA



O Supremo Tribunal Federal concedeu, nesta quinta-feira (26/8), o pedido de extradição de ,strong>Maurício Hernandez Norambuena. O Plenário do STF, no entanto, condicionou ao Chile o compromisso de comutar em pena de prisão temporária (máximo de 30 anos) a pena de prisão perpétua a que o chileno foi condenado por duas vezes em seu país de origem.



Norambuena teve prisão preventiva decretada pelo STF, em 2003, pelo seqüestro do publicitário Washington Olivetto. Ele também é acusado de participar do assassinato do senador Jaime Guzman, em 1991. O pedido de extradição foi feito pela embaixada do Chile ao Ministério das Relações Exteriores.



O Chile quer que ele responda também por associação criminosa terrorista e seqüestro de Cristián Edwards Del Rio. Segundo a missão diplomática chilena, as acusações estão em um único processo, pois foram acumulados.



Fonte: Revista Consultor Jurídico, 26 de agosto de 2004



PLANEJAM INCLUIR NA CARTA DEMOCRÁTICA, SANÇÕES A GRUPOS DA SOCIEDADE CIVIL



A sessão extraordinária da Organização dos Estados Americanos, na qual se debateu o Referendum Revocatório, serviu de marco para que o embaixador venezuelano ante o organismo, Jorge Valero, pedisse em nome do governo uma modificação na Carta Democrática para “considerar sua aplicação a atores diferentes ao governo que atentem contra as instituições”. Valero disse que “a nefasta experiência venezuelana” demonstra que “a democracia pode estar ameaçada” por organizações da sociedade civil que busquem desestabilizar os governos legitimamente constituídos.



Ele assegurou que a vitória do presidente Hugo Chávez na recente consulta popular, é uma mostra desta asseveração que – segundo lhe parece – cobra força pela resistência da oposições em reconhecer os resultados. Todavia, asseverou que o processo “reforçou a governabilidade democrática” e marca o início de “uma nova etapa do processo revolucionário para consolidar os ganhos sociais”.



Fonte: www.el-nacional.com



OS SOCIALISTAS VOLTAM A DEMONSTRAR QUE NÃO TÊM ESCRÚPULOS



Depois da Venezuela, para a qual convocou o Grupo de Amigos e o Haiti, ao qual enviou tropas a pedido dos Estados Unidos e da ONU, a diplomacia brasileira elegeu uma nova prioridade regional. Agora, o governo Lula quer trazer de volta aos foros políticos regionais o governo de castro, que está quase totalmente excluído dos sistemas de encontro político internacionais. Na semana passada em Brasília, o chanceler brasileiro Celso Amorim propôs – sem êxito – que os representantes dos 19 países do Grupo do Rio aprovassem uma resolução que recomenda a aproximação do governo de Cuba a esse foro regional. “O isolamento não é a melhor maneira de resolver as questões. Claro que não queremos intervir no processo interno de Cuba. Eles examinarão. Porem, se nós estamos interessados em mais democracia, em mais direitos humanos, a melhor maneira é ter diálogo”, disse Amorim.



Porém ontem, no Chile, Lula convenceu o presidente Ricardo Lagos de que subscrevesse esse pedido de diálogo com o governo de mais de quatro décadas de Fidel Castro. Que o Chile apoie a iniciativa brasileira para retomar o diálogo com Cuba, foi considerada pelo Brasil como um êxito diplomático e agora seus diplomatas se dedicarão a convencer o resto dos membros (principalmente países centro-americanos) de que Cuba deve formar parte da agenda do diálogo do Grupo do Rio.



Porém, para alguns resulta incompreensível esta iniciativa da diplomacia brasileira, como descreveu nesta segunda-feira o jornal O Estado de São Paulo em seu Editorial. “No caso do Grupo de Amigos da Venezuela, a ajuda diplomática tinha por finalidade apoiar as ações da OEA, para prevenir o pior em um país dividido ao meio porém, onde (apesar do populismo autoritário de Hugo Chávez) a democracia e a liberdade de expressão não haviam sido abolidas. Entretanto, em Cuba não existe nenhum conflito no qual se tenha que mediar em defesa da estabilidade democrática, a menos que se ratifique o cínico conceito castrista de democracia. E, com raras exceções, os críticos do “Comandante” estão presos o falam baixinho”.



Continua o editorial intitulado “Grupo de Amigos de quem?”: “Ao governo brasileiro lhe falta legitimidade para sugerir o grupo do qual falou (o chanceler) Amorim. Não só pela identificação histórica do PT com a revolução cubana traída por Fidel, nem tampouco pelo deslumbramento com seu regime manifestado por figuras como o ministro José Dirceu (inclusive pelas afinidades pessoais entre Lula e o companheiro a quem abraça com fervor sempre que o encontra). Trata-se bem mais do fato imperdoável de que Lula tenha se negado a receber, quando visitou Cuba, uma delegação do pacífico (e perseguido) Projeto Varela, que reivindica o que o PT sempre jurou defender: a liberdade de expressão, de associação, de trânsito e iniciativa, anistia e fim de prisões por motivos políticos, eleições livres e universais. Essa é a Cuba que necessita desesperadamente de amigos: para inimigos já tem com seus opressores”.



Muitos chilenos ainda não esqueceram que a intervenção massiva de pessoal cubano em postos chave no governo do presidente Salvador Allende, foi uma das causa que promoveram o golpe militar do General Augusto Pinochet.



Fonte: www.lavozdecubalibre.com



UMA CUBANA PEDE ASILO APÓS CHEGAR EM MIAMI EM UM CAIXÃO



Uma jovem cubana pediu asilo hoje às autoridades estadunidenses, após chegar de surpresa em Miami em um caixão, como uma encomenda.

“Nesse momento ela está sendo interrogada pelo serviço de Aduanas e Segurança Interior”, disse um porta-voz desse escritório federal que negou-se a identificar a mulher.



Empregados do serviço de entrega de equipamentos DHL disseram tratar-se de uma jovem de 20 anos. Os empregados se surpreenderam ao desembarcar o caixão que vinha procedente de Cuba, via Nassau, Bahamas. “De repente a caixa abriu-se e a jovem saiu correndo”, disse um empregado da DLH às televisões locais. O caixão, segundo tomadas da televisão local, não era muito grande. Tinha furos para que a mulher respirasse



A caixa foi embarcada na terça-feira em Cuba e chegou hoje em Miami. Esta é a segunda vez que se informa de alguém que utiliza este meio para buscar asilo nos Estados Unidos; há dois ou três anos outro jovem fez o mesmo, porém o avião onde carregaram a caixa não ia para os Estados Unidos. Depois de algumas horas ele entrou em pânico e saiu da embalagem em uma escala que o avião realizou em Honduras.



Advogados experientes em imigração disseram que a jovem receberá asilo pela lei “Pés secos e pés molhados”, acordada entre o presidente Clinton e Fidel Castro, que permite que os cubanos que chegarem ao solo americano recebam permissão para ficar, enquanto são devolvidos a seu país os que são interceptados no mar.



Não deixem de visitar este site: Cuba, la Tragedia interminable



Fonte: http://www.el-universal.com



“GENTE DEL SIGLO XXI” FELICITA A PRESIDENTA DO PANAMÁ



“Gente del Siglo XXI” Magazine Web felicita a Presidenta da República do Panamá, Srª Mireya Moscoso, pela demonstração de independência e soberania que deu, frente à descarada ingerência do tirano Fidel Castro, verdugo de Cuba, ao pretender obrigar a entrega de quatro combatentes cubanos, presos por caluniosas imputações de quem acumulou novelescos atentados contra sua vida, fraudulentos e ridículos, destinados a justificar uma tirania que tem banhado de sangue e lágrimas a nação cubana por quase meio século e lhe tem servido para justificar seus crimes e sua tenebrosa repressão.



Mireya Moscoso vem resultar no exemplo do valor e da dignidade da mulher latino-americana, que não se deixa subjugar por tiranos nem se presta a contentar seus truculentos desígnios. A ela e ao povo panamenho amante da Liberdade e da Democracia, nossa admiração, nosso respeito e solidariedade.



Brava, Mireya Moscoso! Mulheres como você, os exércitos resultam débeis e os tiranos se afogam em suas frustradas intenções repressivas e intervencionistas.



Comitê Editorial de Gente del Siglo XXI



Fonte: www.gentiuno.com



O GOVERNO DE FIDEL CASTRO DEVE 200 MILHÕES DE DÓLARES À ZONA FRANCA PANAMENHA



Usuários da Zona Livre de Cólon (ZLC), uma das principais da América no Atlântico, mostraram hoje preocupação pelos efeitos comerciais que possa ter o esfriamento das relações entre o Panamá e Cuba.



Digna Donado, ex-presidenta da ZLC, disse que Cuba deve à Zona Franca uns 200 milhões de dólares, ao comentar a decisão do governo panamenho de retirar na véspera seu embaixador em Havana, Abraham Bárcenas. Donado acrescentou que não foi possível ajudar a recuperar a dívida que se mantém em Cuba com empresas da ZLC e considerou necessário que não diminuam as transações com a ilha. A ex-presidenta da ZLC disse que os empresários panamenhos desejam que se mantenham as relações comerciais com Cuba, na esperança de que Castro pague a dívida.



A retirada do diplomata panamenho e a solicitação do retorno a seu país do embaixador cubano no Panamá, Carlos Zamora, efetuou-se depois que a presidenta Mireya Moscoso manifestou malestar por duas recentes notas da chancelaria cubana. A presidenta considerou desrespeitosa e uma intromissão que o governo cubano advertisse no final de semana que romperia relações diplomáticas com o Panamá, se Moscoso decidisse indultar o cubano Luis Posada Carriles e outros anti-castristas condenados em abril passado pela justiça panamenha.



Todavia, Moscoso, que deverá entregar o cargo em 1º de setembro próximo a Martín Torrijos, eleito nas eleições de 2 de maio passado, advertiu que a decisão de retirar seu embaixador não significa ainda uma ruptura das relações diplomáticas. O chanceler Harmodio Arias esclareceu que as relações comerciais entre os dois países se mantêm, apesar da dívida de castro. Arias também disse que informou ao embaixador de Cuba que se retirasse de seu país. “Creio que ele deve ir entre hoje ou amanhã”, acrescentou ao sair de uma reunião com Zamora. Os cubanos Posada Carriles e Gaspar Jiménez foram condenados a oito anos de prisão, enquanto que Guillermo Novo, Pedro Remón e César Matamoros a sete anos, em um julgamento iniciado em razão de denúncias do ditador Fidel Castro, sobre um suposto complô para assassiná-lo em novembro de 2000.



A denúncia de Castro foi formulada durante sua assistência à X Cúpula Iberoamericana de Chefes de Estado que realizou-se no Panamá. No mesmo processo, impôs-se uma pena de quatro anos de cárcere ao panamenho José Hurtado. Analistas políticos e econômicos estimam que o governo de Fidel Castro não pagará a dívida com o Panamá, independente do conflito diplomático. A dívida estrangeira do governo de Castro passa dos QUARENTA BILHÕES DE DÓLARES dos quais ele não paga sequer os juros. 200 milhões a mais ou a menos não têm importância para Castro, embora tenham para os comerciantes da Zona Franca. Há vários anos Castro deve 40 milhões a uma cooperativa pesqueira chilena que não pagou, apesar das tentativas pessoais dos pescadores que viajaram pessoalmente à Cuba para tal efeito.



Tomado de um informe de José F. Sanchez para La Nueva Cuba, segundo um cable da Agência de Imprensa Chinesa Xinhuanet, no Panamá.



Fonte: www.lavozdecubalibre.com



Traduções: G. Salgueiro





quarta-feira, 25 de agosto de 2004

O Notalatina apresenta hoje apenas duas notas sobre a Venezuela, bastante contraditórias, mas que deixam claro a monstruosa e abjeta MEGA FRAUDE ocorrida naquele país.



Pretendem os orquestradores do comunismo internacional e seus colaboracionistas diretos e indiretos, fazer crer aos venezuelanos e ao mundo inteiro que na Venezuela se pratica a democracia e que seu mandatário é um homem correto e honesto, tendo vencido esse pleito por seu “carisma”, bondade e de maneira idônea. Isto foi o que finalizou a “auditoria” realizada pelos Comissários da OEA e os observadores internacionais que lá estiveram, ratificando a nítida fraude no Referendum Revocatório. Foi uma farsa sobre a grande farsa!



Não vou explicar nada a respeito do que está dito sobre esta farsa; peço apenas que leiam com atenção as duas notas de hoje e tirem suas conclusões. O estudo profundo apresentado abaixo pela jornalista venezuelana Eleonora Bruzual fala por si só.



Fiquem com Deus e até amanhã!



INFORME DA OEA DESCARTA MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO REVOCATÓRIO



O chefe da missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) na Venezuela, Valter Pecly Moreira, expôs hoje ante o Conselho Permanente do organismo seu informe final sobre o Referendum Revocatório.



No documento, Pecly disse que está convencido de que “tecnicamente teria sido impossível manipular qualquer fase do processo” automatizado, pelo qual descartou a existência de uma fraude. Ele assegurou que desde as sete e meia da noite do dia 15 de agosto conhecia, por meio de controles internos da OEA, as primeiras projeções que davam como ganhador o presidente Hugo Chávez. Comentou que, junto ao secretário geral do organismo, César Gaviria, pode observar que “as percentagens não variaram a partir desse momento”.



Considerou que a OEA desempenhou um “papel construtivo” para a aceitação dos resultados no âmbito nacional e internacional. Neste sentido, Gaviria destacou que a auditoria feita no processo serviu para esclarecer qualquer dúvida, pois disse que pode assegurar “que a mostra foi aleatória e controlou-se todo o sistema”.



Todavia, assinalou que está por analisar-se a teoria dos topes pelo SIM desenvolvida pela oposição e manifestou que continuam abertos para receber provas desta anormalidade estatística. “As veremos com cuidado para ver se esse comportamento matemático teve lugar”, expressou.



Fonte: www.el-nacional.com



UMA PEQUENA INVESTIGAÇÃO SOBRE SMARTMATIC E BIZTA



Visitem a página web desta empresa pirata que o governo da Venezuela, através de seus lacaios no Conselho Nacional Eleitoral, contratou (criou e utilizou) para manejar e controlar eletrônicamente o voto dos venezuelanos. A página é a seguinte: http://www.smartimatic.com. Notem que NÃO TEM ENDEREÇO FÍSICO ALGUM porque, como o demonstra este e-mail, está registrada em uma endereço de residência.



Como podem ver, a coisa está em Boca Ratón, FL. Smartmatic e Bizta são dois animais do mesmo zoológico: Alfredo Anzola, Antonio Mugica, Antonio Rivero M. (o mesmo Antonio Mugica), etc., etc.Têm ambas as companhias domicilios no mesmo endereço: 19591 Dinner Key Dr, Boca Ratón, FL. Isto resulta ser um endereço de residência de propriedade de Antonio Mugica, em um conjunto residencial denominado Boca Isles South.



A aparente contradição de países tecnologicamente desenvolvidos com o uso de sistemas eleitorais manuais ou mistos, é só isso: aparente. As novas tecnologias ainda não puderam dissipar o temor de fraude e as imagens de caos da Flórida 2002. Em 2003, um grupo de 100 tecnólogos dos Estados Unidos encabeçado pelo professor de Ciências da Computação, da Universidade de Stanford, David Dill, originou uma grande controvérsia que ainda não foi concluída. O professor Dill, em nome do grupo, afirmou que a nova tecnologia poderia causar mais problemas que os sistemas manuais que lhe precederam. Centenas de irregularidades consubstanciadas nos tribunais dos Estados Unidos vinculam a fraude com as máquinas de votação. A diretoria do CNE confiou o destino de nossas instituições a duas empresas, Smartmatic e Olivetti, que não foram provadas em nenhum processo eleitoral no mundo. Um desafio sem precedentes.



Por que?



O foi particularmente incisivo. Em um editorial de 31 de janeiro passado (How to hack an election), que iniciou uma longa seqüência sobre o tema da automatização eleitoral, o prestigioso jornal destacou que quando o Estado de Maryland decidiu adquirir 16.000 máquinas de votação houve uma considerável oposição, pelo qual tomaram a iniciativa de contratar vários “hackers” (invasores informáticos) que com assombrosa facilidade e desde uma localidade remota foram capazes de mudar a vontade dos votos depositados. Em outro editorial desta série, o NYT assinalou que estudos independentes haviam encontrado que os equipamentos de votação da maior fornecedora dos Estados Unidos e provavelmente do mundo, Diebold Election Systems, sofria de falhas que poderiam permitir uma intervenção ilegítima, reprogramando-as sem deixar o menor rastro.



Um co-autor deste estudo, Aviel D. Rubin, diretor técnico do Information Security Institute da Johns Hopkins University, indicou que se uma máquina recebesse um código malicioso e se se pudesse provar, haveria que impugnar cada voto sufragado. Todas estas apreeensões fizeram com que no país da mais alta tecnologia do planeta, os Estados Unidos, só uma quinta parte de seus condados tenham conseguido impor o voto eletrônico, segundo confirma um recente estudo de Jeordan Legon, publicado em 21 de janeiro de 2004 para a CNN. Curiosamente, o CNE da Venezuela contradisse esta cautela global sobre a automatização e decidiu automatizar cerca de 100% da votação, iniciando um desenvolvimento tecnológico eleitoral no qual nenhum país desenvolvido embarcou, conscientes como estão do efeito devastador que poderia ter sobre suas instituições uma decisão errada.



Por isso não é fácil entender como um pequeno país pobre que investiu $ 112.466.532 em um contrato original de máquinas de votação para as eleições de 1998 e que em sucessivos contratos que modificaram o original assinado entre Indra Systems e o CNE (El Universal 16.01.04), se tenham adicionado $ 5.219.940 em 23.04.99; $ 4.219.940 em 27.04.99; $ 1.694.940 em 09.06.99; dois anos mais tarde, outros $ 150 milhões mais no que se chamou o megafracasso eleitoral e que, quatro anos depois, tudo isto resulte inútil e se decida adquirir novas máquinas, a novas empresas, com um novo investimento. Os técnicos do CNE já anunciaram mais $ 60 milhões para as eleições regionais e $ 40 milhões para a convocatória a referenduns revocatórios.



Como se isto não fosse suficiente, o presidente do CNE, Franciso Carrasquero e o reitor Jorge Rodríguez, depois de negociar durante meses com a notoriamente conhecida Indra Systems e elogiar sua proposta, surpreendentemente descobrem que a empresa espanhola era uma fornecedora corrupta de serviços ao Estado veneuelano. Carrasquero em uma entrevista a Milagros Socorro, do El Nacional, confirmou que “as máquinas tinham um custo de $ 3.900 e aqui as compraram quase que por $ 10.000: um superfaturamento de 49 milhões de dólares”. Com algumas diferenças em seus cálculos, porém com a mesma displicência, o reitor Jorge Rodríguez informou a EL Univesal em 10 de fevereiro passado, que “nesse ano, (1998) quando a cidade de Toronto pagou por essas mesmas máquinas, 2.800 dólares, aqui custaram 8.000 dólares”. As graves acusações não foram suficientes para abrir uma investigação, porém assinalaram o caminho de uma nova estrela na constelação eleitoral venezuelana: Smartmatic. Mas esta é outra história.



A Smartmatic foi inscrita em 11 de setembro de 2000 ante a Divisão Corporativa do Departamento de Estado, do Estado da Flórida, em Tallahassee, sem indicação de seu capital ou outra informação relevante, exceto sua linha de negócios: “Internet Automation”. A solicitação era assinada por Alfredo Anzola, como vice-presidente e Antonio Mugica como presidente; Roger Piñate e Antonio Mugica Sesma como diretores. Todos se registraram com o endereço de uma residência que forma parte de um conjunto em Boca Ratón, denominado Boca Isles South, 19591 Dinner Key Drive.



Neste processo prévio e posterior de adjudicação, a Smartmatic não pode demonstrar experiência de alguma importância no campo tecnológico e muito menos no especializado em eleições eletrônicas, que faça pensar que tinha créditos para “competir” com Diebold Election Systems, a maior fornecedora de máquinas de votação do mundo, ES&S, a segunda fornecedora dos Estados Unidos e Indra Systems, não obstante ser objeto de graves acusações de corrupção, teve alguma experiência na Venezuela, Colômbia, Argentina, Nicarágua de Espanha. A Smartmatic não só não participou de nenhuma eleição, em nenhuma parte do mundo, senão que tampouco figura nos registros da Federal Election Commission dos Estados Unidos, país onde se encontra incorporada legalmente como o assento de sua “casa matriz” em modestíssimas instalações situadas em 6400 Congress Avenue, Suite 1300, Boca Ratón, Flórida 33487.



Mais grave ainda, a suposta empresa que por meio de uma associação estratégica supriria à Smartmatic sua carência de credenciais corporativas, não foi selecionada, por razões que se desconhecem, entre as centenas de reconhecidas fabricantes de máquinas de votação que operam no mundo. Como as dúvidas cresciam, criou-se uma confusão que tratamos de esclarecer com o presidente da Smartmatic, Antonio Mugica, quando respondeu a uma de nossas chamadas telefônicas. Por que se fazia crer à opinião pública venezuelana que a Smartmatic fabricava máquinas de votação na Itália ou em Taiwan, quando isto não era verdadeiro? Nessa ocasião, Antonio Mugica nos esclareceu que essa não era uma declaração atribuível à Smartmatic, senão ao CNE.



O fabricante



O nome da Olivetti foi finalmente desvelado, uma vez que o reitor Jorge Rodríguez regressou de sua viagem à Itália onde supostamente visitaria as “fábricas” da Smartmatic. O CNE e a Smartmatic nos tinham reservada uma nova surpresa: a Olivetti não fabricou uma só máquina de votação para a Itália, onde o sistema de votação é manual, ou para qualquer outro país do mundo. O mais perto que a Olivetti esteve de um contrato eleitoral foi a venda de seus ativos no Peru para Diebold Election Systems em 2 de dezembro passado. A experiência da Olivetti no campo eleitoral e a participação do deputado Omar Mezza, Luis Tascón, o capitão (da reserva) Morris Loyo, o ex vice-ministro do Interior e Justiça Alexis Aponte e o reitor da entidade eleitoral Jorge Rodríguez, como forjadores desta sinergia entre a Smartmatic, Olivetti e o Conselho Nacional Eleitoral, foram publicadas com desmentido, o qual geraram mais dúvidas. Americo Martín a qualificou como “um possível e monstruoso caso de corrupção”.



Cortesía de Eleonora Bruzual



Fonte: www.VenezuelaNet.org



Traduções: G. Salgueiro



O Notalatina apresenta hoje apenas duas notas sobre a Venezuela, bastante contraditórias, mas que deixam claro a monstruosa e abjeta MEGA FRAUDE ocorrida naquele país.



Pretendem os orquestradores do comunismo internacional e seus colaboracionistas diretos e indiretos, fazer crer aos venezuelanos e ao mundo inteiro que na Venezuela se pratica a democracia e que seu mandatário é um homem correto e honesto, tendo vencido esse pleito por seu “carisma”, bondade e de maneira idônea. Isto foi o que finalizou a “auditoria” realizada pelos Comissários da OEA e os observadores internacionais que lá estiveram, ratificando a nítida fraude no Referendum Revocatório. Foi uma farsa sobre a grande farsa!



Não vou explicar nada a respeito do que está dito sobre esta farsa; peço apenas que leiam com atenção as duas notas de hoje e tirem suas conclusões. O estudo profundo apresentado abaixo pela jornalista venezuelana Eleonora Bruzual fala por si só.



Fiquem com Deus e até amanhã!



INFORME DA OEA DESCARTA MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO REVOCATÓRIO



O chefe da missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) na Venezuela, Valter Pecly Moreira, expôs hoje ante o Conselho Permanente do organismo seu informe final sobre o Referendum Revocatório.



No documento, Pecly disse que está convencido de que “tecnicamente teria sido impossível manipular qualquer fase do processo” automatizado, pelo qual descartou a existência de uma fraude. Ele assegurou que desde as sete e meia da noite do dia 15 de agosto conhecia, por meio de controles internos da OEA, as primeiras projeções que davam como ganhador o presidente Hugo Chávez. Comentou que, junto ao secretário geral do organismo, César Gaviria, pode observar que “as percentagens não variaram a partir desse momento”.



Considerou que a OEA desempenhou um “papel construtivo” para a aceitação dos resultados no âmbito nacional e internacional. Neste sentido, Gaviria destacou que a auditoria feita no processo serviu para esclarecer qualquer dúvida, pois disse que pode assegurar “que a mostra foi aleatória e controlou-se todo o sistema”.



Todavia, assinalou que está por analisar-se a teoria dos topes pelo SIM desenvolvida pela oposição e manifestou que continuam abertos para receber provas desta anormalidade estatística. “As veremos com cuidado para ver se esse comportamento matemático teve lugar”, expressou.



Fonte: www.el-nacional.com



UMA PEQUENA INVESTIGAÇÃO SOBRE SMARTMATIC E BIZTA



Visitem a página web desta empresa pirata que o governo da Venezuela, através de seus lacaios no Conselho Nacional Eleitoral, contratou (criou e utilizou) para manejar e controlar eletrônicamente o voto dos venezuelanos. A página é a seguinte: http://www.smartimatic.com. Notem que NÃO TEM ENDEREÇO FÍSICO ALGUM porque, como o demonstra este e-mail, está registrada em uma endereço de residência.



Como podem ver, a coisa está em Boca Ratón, FL. Smartmatic e Bizta são dois animais do mesmo zoológico: Alfredo Anzola, Antonio Mugica, Antonio Rivero M. (o mesmo Antonio Mugica), etc., etc.Têm ambas as companhias domicilios no mesmo endereço: 19591 Dinner Key Dr, Boca Ratón, FL. Isto resulta ser um endereço de residência de propriedade de Antonio Mugica, em um conjunto residencial denominado Boca Isles South.



A aparente contradição de países tecnologicamente desenvolvidos com o uso de sistemas eleitorais manuais ou mistos, é só isso: aparente. As novas tecnologias ainda não puderam dissipar o temor de fraude e as imagens de caos da Flórida 2002. Em 2003, um grupo de 100 tecnólogos dos Estados Unidos encabeçado pelo professor de Ciências da Computação, da Universidade de Stanford, David Dill, originou uma grande controvérsia que ainda não foi concluída. O professor Dill, em nome do grupo, afirmou que a nova tecnologia poderia causar mais problemas que os sistemas manuais que lhe precederam. Centenas de irregularidades consubstanciadas nos tribunais dos Estados Unidos vinculam a fraude com as máquinas de votação. A diretoria do CNE confiou o destino de nossas instituições a duas empresas, Smartmatic e Olivetti, que não foram provadas em nenhum processo eleitoral no mundo. Um desafio sem precedentes.



Por que?



O foi particularmente incisivo. Em um editorial de 31 de janeiro passado (How to hack an election), que iniciou uma longa seqüência sobre o tema da automatização eleitoral, o prestigioso jornal destacou que quando o Estado de Maryland decidiu adquirir 16.000 máquinas de votação houve uma considerável oposição, pelo qual tomaram a iniciativa de contratar vários “hackers” (invasores informáticos) que com assombrosa facilidade e desde uma localidade remota foram capazes de mudar a vontade dos votos depositados. Em outro editorial desta série, o NYT assinalou que estudos independentes haviam encontrado que os equipamentos de votação da maior fornecedora dos Estados Unidos e provavelmente do mundo, Diebold Election Systems, sofria de falhas que poderiam permitir uma intervenção ilegítima, reprogramando-as sem deixar o menor rastro.



Um co-autor deste estudo, Aviel D. Rubin, diretor técnico do Information Security Institute da Johns Hopkins University, indicou que se uma máquina recebesse um código malicioso e se se pudesse provar, haveria que impugnar cada voto sufragado. Todas estas apreeensões fizeram com que no país da mais alta tecnologia do planeta, os Estados Unidos, só uma quinta parte de seus condados tenham conseguido impor o voto eletrônico, segundo confirma um recente estudo de Jeordan Legon, publicado em 21 de janeiro de 2004 para a CNN. Curiosamente, o CNE da Venezuela contradisse esta cautela global sobre a automatização e decidiu automatizar cerca de 100% da votação, iniciando um desenvolvimento tecnológico eleitoral no qual nenhum país desenvolvido embarcou, conscientes como estão do efeito devastador que poderia ter sobre suas instituições uma decisão errada.



Por isso não é fácil entender como um pequeno país pobre que investiu $ 112.466.532 em um contrato original de máquinas de votação para as eleições de 1998 e que em sucessivos contratos que modificaram o original assinado entre Indra Systems e o CNE (El Universal 16.01.04), se tenham adicionado $ 5.219.940 em 23.04.99; $ 4.219.940 em 27.04.99; $ 1.694.940 em 09.06.99; dois anos mais tarde, outros $ 150 milhões mais no que se chamou o megafracasso eleitoral e que, quatro anos depois, tudo isto resulte inútil e se decida adquirir novas máquinas, a novas empresas, com um novo investimento. Os técnicos do CNE já anunciaram mais $ 60 milhões para as eleições regionais e $ 40 milhões para a convocatória a referenduns revocatórios.



Como se isto não fosse suficiente, o presidente do CNE, Franciso Carrasquero e o reitor Jorge Rodríguez, depois de negociar durante meses com a notoriamente conhecida Indra Systems e elogiar sua proposta, surpreendentemente descobrem que a empresa espanhola era uma fornecedora corrupta de serviços ao Estado veneuelano. Carrasquero em uma entrevista a Milagros Socorro, do El Nacional, confirmou que “as máquinas tinham um custo de $ 3.900 e aqui as compraram quase que por $ 10.000: um superfaturamento de 49 milhões de dólares”. Com algumas diferenças em seus cálculos, porém com a mesma displicência, o reitor Jorge Rodríguez informou a EL Univesal em 10 de fevereiro passado, que “nesse ano, (1998) quando a cidade de Toronto pagou por essas mesmas máquinas, 2.800 dólares, aqui custaram 8.000 dólares”. As graves acusações não foram suficientes para abrir uma investigação, porém assinalaram o caminho de uma nova estrela na constelação eleitoral venezuelana: Smartmatic. Mas esta é outra história.



A Smartmatic foi inscrita em 11 de setembro de 2000 ante a Divisão Corporativa do Departamento de Estado, do Estado da Flórida, em Tallahassee, sem indicação de seu capital ou outra informação relevante, exceto sua linha de negócios: “Internet Automation”. A solicitação era assinada por Alfredo Anzola, como vice-presidente e Antonio Mugica como presidente; Roger Piñate e Antonio Mugica Sesma como diretores. Todos se registraram com o endereço de uma residência que forma parte de um conjunto em Boca Ratón, denominado Boca Isles South, 19591 Dinner Key Drive.



Neste processo prévio e posterior de adjudicação, a Smartmatic não pode demonstrar experiência de alguma importância no campo tecnológico e muito menos no especializado em eleições eletrônicas, que faça pensar que tinha créditos para “competir” com Diebold Election Systems, a maior fornecedora de máquinas de votação do mundo, ES&S, a segunda fornecedora dos Estados Unidos e Indra Systems, não obstante ser objeto de graves acusações de corrupção, teve alguma experiência na Venezuela, Colômbia, Argentina, Nicarágua de Espanha. A Smartmatic não só não participou de nenhuma eleição, em nenhuma parte do mundo, senão que tampouco figura nos registros da Federal Election Commission dos Estados Unidos, país onde se encontra incorporada legalmente como o assento de sua “casa matriz” em modestíssimas instalações situadas em 6400 Congress Avenue, Suite 1300, Boca Ratón, Flórida 33487.



Mais grave ainda, a suposta empresa que por meio de uma associação estratégica supriria à Smartmatic sua carência de credenciais corporativas, não foi selecionada, por razões que se desconhecem, entre as centenas de reconhecidas fabricantes de máquinas de votação que operam no mundo. Como as dúvidas cresciam, criou-se uma confusão que tratamos de esclarecer com o presidente da Smartmatic, Antonio Mugica, quando respondeu a uma de nossas chamadas telefônicas. Por que se fazia crer à opinião pública venezuelana que a Smartmatic fabricava máquinas de votação na Itália ou em Taiwan, quando isto não era verdadeiro? Nessa ocasião, Antonio Mugica nos esclareceu que essa não era uma declaração atribuível à Smartmatic, senão ao CNE.



O fabricante



O nome da Olivetti foi finalmente desvelado, uma vez que o reitor Jorge Rodríguez regressou de sua viagem à Itália onde supostamente visitaria as “fábricas” da Smartmatic. O CNE e a Smartmatic nos tinham reservada uma nova surpresa: a Olivetti não fabricou uma só máquina de votação para a Itália, onde o sistema de votação é manual, ou para qualquer outro país do mundo. O mais perto que a Olivetti esteve de um contrato eleitoral foi a venda de seus ativos no Peru para Diebold Election Systems em 2 de dezembro passado. A experiência da Olivetti no campo eleitoral e a participação do deputado Omar Mezza, Luis Tascón, o capitão (da reserva) Morris Loyo, o ex vice-ministro do Interior e Justiça Alexis Aponte e o reitor da entidade eleitoral Jorge Rodríguez, como forjadores desta sinergia entre a Smartmatic, Olivetti e o Conselho Nacional Eleitoral, foram publicadas com desmentido, o qual geraram mais dúvidas. Americo Martín a qualificou como “um possível e monstruoso caso de corrupção”.



Cortesia de Eleonora Bruzual



Fonte: www.VenezuelaNet.org



Traduções: ,strong>G. Salgueiro



O Notalatina apresenta hoje apenas duas notas sobre a Venezuela, bastante contraditórias, mas que deixam claro a monstruosa e abjeta MEGA FRAUDE ocorrida naquele país.



Pretendem os orquestradores do comunismo internacional e seus colaboracionistas diretos e indiretos, fazer crer aos venezuelanos e ao mundo inteiro que na Venezuela se pratica a democracia e que seu mandatário é um homem correto e honesto, tendo vencido esse pleito por seu “carisma”, bondade e de maneira idônea. Isto foi o que finalizou a “auditoria” realizada pelos Comissários da OEA e os observadores internacionais que lá estiveram, ratificando a nítida fraude no Referendum Revocatório. Foi uma farsa sobre a grande farsa!



Não vou explicar nada a respeito do que está dito sobre esta farsa; peço apenas que leiam com atenção as duas notas de hoje e tirem suas conclusões. O estudo profundo apresentado abaixo pela jornalista venezuelana Eleonora Bruzual fala por si só.



Fiquem com Deus e até amanhã!



INFORME DA OEA DESCARTA MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO REVOCATÓRIO



O chefe da missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) na Venezuela, Valter Pecly Moreira, expôs hoje ante o Conselho Permanente do organismo seu informe final sobre o Referendum Revocatório.



No documento, Pecly disse que está convencido de que “tecnicamente teria sido impossível manipular qualquer fase do processo” automatizado, pelo qual descartou a existência de uma fraude. Ele assegurou que desde as sete e meia da noite do dia 15 de agosto conhecia, por meio de controles internos da OEA, as primeiras projeções que davam como ganhador o presidente Hugo Chávez. Comentou que, junto ao secretário geral do organismo, César Gaviria, pode observar que “as percentagens não variaram a partir desse momento”.



Considerou que a OEA desempenhou um “papel construtivo” para a aceitação dos resultados no âmbito nacional e internacional. Neste sentido, Gaviria destacou que a auditoria feita no processo serviu para esclarecer qualquer dúvida, pois disse que pode assegurar “que a mostra foi aleatória e controlou-se todo o sistema”.



Todavia, assinalou que está por analisar-se a teoria dos topes pelo SIM desenvolvida pela oposição e manifestou que continuam abertos para receber provas desta anormalidade estatística. “As veremos com cuidado para ver se esse comportamento matemático teve lugar”, expressou.



Fonte: www.el-nacional.com



UMA PEQUENA INVESTIGAÇÃO SOBRE SMARTMATIC E BIZTA



Visitem a página web desta empresa pirata que o governo da Venezuela, através de seus lacaios no Conselho Nacional Eleitoral, contratou (criou e utilizou) para manejar e controlar eletrônicamente o voto dos venezuelanos. A página é a seguinte: http://www.smartimatic.com. Notem que NÃO TEM ENDEREÇO FÍSICO ALGUM porque, como o demonstra este e-mail, está registrada em uma endereço de residência.



Como podem ver, a coisa está em Boca Ratón, FL. Smartmatic e Bizta são dois animais do mesmo zoológico: Alfredo Anzola, Antonio Mugica, Antonio Rivero M. (o mesmo Antonio Mugica), etc., etc.Têm ambas as companhias domicilios no mesmo endereço: 19591 Dinner Key Dr, Boca Ratón, FL. Isto resulta ser um endereço de residência de propriedade de Antonio Mugica, em um conjunto residencial denominado Boca Isles South.



A aparente contradição de países tecnologicamente desenvolvidos com o uso de sistemas eleitorais manuais ou mistos, é só isso: aparente. As novas tecnologias ainda não puderam dissipar o temor de fraude e as imagens de caos da Flórida 2002. Em 2003, um grupo de 100 tecnólogos dos Estados Unidos encabeçado pelo professor de Ciências da Computação, da Universidade de Stanford, David Dill, originou uma grande controvérsia que ainda não foi concluída. O professor Dill, em nome do grupo, afirmou que a nova tecnologia poderia causar mais problemas que os sistemas manuais que lhe precederam. Centenas de irregularidades consubstanciadas nos tribunais dos Estados Unidos vinculam a fraude com as máquinas de votação. A diretoria do CNE confiou o destino de nossas instituições a duas empresas, Smartmatic e Olivetti, que não foram provadas em nenhum processo eleitoral no mundo. Um desafio sem precedentes.



Por que?



OThe New York Times foi particularmente incisivo. Em um editorial de 31 de janeiro passado (How to hack an election), que iniciou uma longa seqüência sobre o tema da automatização eleitoral, o prestigioso jornal destacou que quando o Estado de Maryland decidiu adquirir 16.000 máquinas de votação houve uma considerável oposição, pelo qual tomaram a iniciativa de contratar vários “hackers” (invasores informáticos) que com assombrosa facilidade e desde uma localidade remota foram capazes de mudar a vontade dos votos depositados. Em outro editorial desta série, o NYT assinalou que estudos independentes haviam encontrado que os equipamentos de votação da maior fornecedora dos Estados Unidos e provavelmente do mundo, Diebold Election Systems, sofria de falhas que poderiam permitir uma intervenção ilegítima, reprogramando-as sem deixar o menor rastro.



Um co-autor deste estudo, Aviel D. Rubin, diretor técnico do Information Security Institute da Johns Hopkins University, indicou que se uma máquina recebesse um código malicioso e se se pudesse provar, haveria que impugnar cada voto sufragado. Todas estas apreeensões fizeram com que no país da mais alta tecnologia do planeta, os Estados Unidos, só uma quinta parte de seus condados tenham conseguido impor o voto eletrônico, segundo confirma um recente estudo de Jeordan Legon, publicado em 21 de janeiro de 2004 para a CNN. Curiosamente, o CNE da Venezuela contradisse esta cautela global sobre a automatização e decidiu automatizar cerca de 100% da votação, iniciando um desenvolvimento tecnológico eleitoral no qual nenhum país desenvolvido embarcou, conscientes como estão do efeito devastador que poderia ter sobre suas instituições uma decisão errada.



Por isso não é fácil entender como um pequeno país pobre que investiu $ 112.466.532 em um contrato original de máquinas de votação para as eleições de 1998 e que em sucessivos contratos que modificaram o original assinado entre Indra Systems e o CNE (El Universal 16.01.04), se tenham adicionado $ 5.219.940 em 23.04.99; $ 4.219.940 em 27.04.99; $ 1.694.940 em 09.06.99; dois anos mais tarde, outros $ 150 milhões mais no que se chamou o megafracasso eleitoral e que, quatro anos depois, tudo isto resulte inútil e se decida adquirir novas máquinas, a novas empresas, com um novo investimento. Os técnicos do CNE já anunciaram mais $ 60 milhões para as eleições regionais e $ 40 milhões para a convocatória a referenduns revocatórios.



Como se isto não fosse suficiente, o presidente do CNE, Franciso Carrasquero e o reitor Jorge Rodríguez, depois de negociar durante meses com a notoriamente conhecida Indra Systems e elogiar sua proposta, surpreendentemente descobrem que a empresa espanhola era uma fornecedora corrupta de serviços ao Estado veneuelano. Carrasquero em uma entrevista a Milagros Socorro, do El Nacional, confirmou que “as máquinas tinham um custo de $ 3.900 e aqui as compraram quase que por $ 10.000: um superfaturamento de 49 milhões de dólares”. Com algumas diferenças em seus cálculos, porém com a mesma displicência, o reitor Jorge Rodríguez informou a EL Univesal em 10 de fevereiro passado, que “nesse ano, (1998) quando a cidade de Toronto pagou por essas mesmas máquinas, 2.800 dólares, aqui custaram 8.000 dólares”. As graves acusações não foram suficientes para abrir uma investigação, porém assinalaram o caminho de uma nova estrela na constelação eleitoral venezuelana: Smartmatic. Mas esta é outra história.



A Smartmatic foi inscrita em 11 de setembro de 2000 ante a Divisão Corporativa do Departamento de Estado, do Estado da Flórida, em Tallahassee, sem indicação de seu capital ou outra informação relevante, exceto sua linha de negócios: “Internet Automation”. A solicitação era assinada por Alfredo Anzola, como vice-presidente e Antonio Mugica como presidente; Roger Piñate e Antonio Mugica Sesma como diretores. Todos se registraram com o endereço de uma residência que forma parte de um conjunto em Boca Ratón, denominado Boca Isles South, 19591 Dinner Key Drive.



Neste processo prévio e posterior de adjudicação, a Smartmatic não pode demonstrar experiência de alguma importância no campo tecnológico e muito menos no especializado em eleições eletrônicas, que faça pensar que tinha créditos para “competir” com Diebold Election Systems, a maior fornecedora de máquinas de votação do mundo, ES&S, a segunda fornecedora dos Estados Unidos e Indra Systems, não obstante ser objeto de graves acusações de corrupção, teve alguma experiência na Venezuela, Colômbia, Argentina, Nicarágua de Espanha. A Smartmatic não só não participou de nenhuma eleição, em nenhuma parte do mundo, senão que tampouco figura nos registros da Federal Election Commission dos Estados Unidos, país onde se encontra incorporada legalmente como o assento de sua “casa matriz” em modestíssimas instalações situadas em 6400 Congress Avenue, Suite 1300, Boca Ratón, Flórida 33487.



Mais grave ainda, a suposta empresa que por meio de uma associação estratégica supriria à Smartmatic sua carência de credenciais corporativas, não foi selecionada, por razões que se desconhecem, entre as centenas de reconhecidas fabricantes de máquinas de votação que operam no mundo. Como as dúvidas cresciam, criou-se uma confusão que tratamos de esclarecer com o presidente da Smartmatic, Antonio Mugica, quando respondeu a uma de nossas chamadas telefônicas. Por que se fazia crer à opinião pública venezuelana que a Smartmatic fabricava máquinas de votação na Itália ou em Taiwan, quando isto não era verdadeiro? Nessa ocasião, Antonio Mugica nos esclareceu que essa não era uma declaração atribuível à Smartmatic, senão ao CNE.



O fabricante



O nome da Olivetti foi finalmente desvelado, uma vez que o reitor Jorge Rodríguez regressou de sua viagem à Itália onde supostamente visitaria as “fábricas” da Smartmatic. O CNE e a Smartmatic nos tinham reservada uma nova surpresa: a Olivetti não fabricou uma só máquina de votação para a Itália, onde o sistema de votação é manual, ou para qualquer outro país do mundo. O mais perto que a Olivetti esteve de um contrato eleitoral foi a venda de seus ativos no Peru para Diebold Election Systems em 2 de dezembro passado. A experiência da Olivetti no campo eleitoral e a participação do deputado Omar Mezza, Luis Tascón, o capitão (da reserva) Morris Loyo, o ex vice-ministro do Interior e Justiça Alexis Aponte e o reitor da entidade eleitoral Jorge Rodríguez, como forjadores desta sinergia entre a Smartmatic, Olivetti e o Conselho Nacional Eleitoral, foram publicadas com desmentido, o qual geraram mais dúvidas. Americo Martín a qualificou como “um possível e monstruoso caso de corrupção”.



Cortesia de Eleonora Bruzual



Fonte: www.VenezuelaNet.org



Traduções: G. Salgueiro



terça-feira, 24 de agosto de 2004

A primeira nota de hoje é uma carta indignada de uma venezuelana que, como tantos outros compatriotas seus, tem o grito preso na garganta, abafado pela ratificação que o mundo inteiro, sobretudo os “observadores internacionais”, deram a esta MEGA FRAUDE que foi o Referendum Revocatório. Oxalá a brava oposição consiga provar com clareza que este evento tratou-se de um embuste grosseiro, planejado há tempo para perpetuar e fortalecer mais o criminoso golpista e lacaio do castro-comunismo, Hugo Chávez, no Poder, e dilapidar a Venezuela, como já vem fazendo.



Em seguida, vem um informe escandaloso do Serviço de Inteligência da Argentina que mostra o desmonte e desmoralização paulatina das Forças Armadas daquele país. Nós já vimos este filme, pois este é um processo planejado desde o maldito Foro de São Paulo, do qual não canso de apontar como responsável por todas estas mazelas que estão ocorrendo nos países da América Latina, notadamente no Brasil, que avança para um regime comunista descarado, maléfico e que muita gente ainda se recusa em admitir que seja verdade.



Há ainda uma denúncia sobre o novo presidente da OEA, este órgão inoperante e tomado por comunistas de todos os matizes, que acabou de ratificar a mentira e o roubo eleitoral na Venezuela, e um comentário sobre este acontecimento que irá ficar marcado com o selo da vergonha, nas páginas da História da América Latina. Por hoje é só.

Fiquem com Deus e até amanhã!



COM A RAIVA INTACTA



“Amigos,

Isto o mandei ontem e não chegou ao destino... talvez porque Deus queria que pudesse acrescentar algo mais: meu único filho, de 19 anos, se vai do país para viver com seu pai no Chile. Eu fico só, com meus 40 anos e desempregada, sobrevivendo até quem sabe quando, com o que resta de minhas economias e vendas esporádicas como vendedora de quinquilharias da gente do petróleo.



A todos os que me lêem lhes peço que não tratem de nos pacificar. Não quero renunciar a tanta raiva e dor, pois no domingo 15 nos mataram a democracia... e isso não se pode deixar passar. A única coisa da qual quero falar, é do processo da fraude. Minha obsessão desde agora e até que a verdade venha às claras, é provar de forma inequívoca como nos torceram a vontade uns malandros apoiados pela comunidade internacional. Não me falem das Regionais, não me falem de 2006... Não pretendam que eu aceite estes resultados miseráveis, que desintegraram minha família e a milhões mais. Eu não me entendo com criminosos e não quero me acalmar. A única coisa que exijo da direção opositora é que cumpra aquela promessa de que, se houvesse fraude, os senhores o iam provar.



Então, provem-no! Não se pode deixar pela metade o compromisso com o país. Aos venezuelanos se nos foi a vida em 15 de agosto, evitamos todas as fraudes e cumprimos nossa tarefa. Quem lhes fala, do mesmo que o resto das pessoas, participou de todas as marchas, da greve e ficou 12 horas em cada fila para tratar de salvar a Venezuela. Agora eu não posso aceitar que se vire esta página e nos peçam que olhemos o futuro. Se não conseguirmos deslegitimar este gorila e seu bando, estaremos mortos e só nos esperam simulacros eleitorais. Eu não vou me prestar a esta farsa!



Vivo para a minha raiva, para minha indignação e quero que tudo se traduza em desvelar a verdade que conhecemos e que nos querem arrebatar, tal como fizeram em 12 de abril, quando nos suspenderam o descrédito de golpistas sem explicar nunca aquela renúncia. Não posso dormir e não deixo de chorar quando vejo que, à excessão de alguma voz solitária, o mundo nos qualifica como “minoria histérica”, vítima de uma insólita miopia que permite entregar a um povo inteiro estes carniceiros que hoje se perpetuam no poder, graças ao roubo abençoado por Carter e Gaviria.



Antes que terminem de nos destruir, peço que nos convoquem a ratificar nossa vontade, agora confiscada por delinqüentes. Quero ver a comunidade internacional tragar seus insultos gratuitos. Por favor, não nos pacifiquem, não pretendam que convivamos com matadores e que esperemos outro milagre. Apoiem esta ou qualquer outra iniciativa que dependa exclusivamente de nós mesmos e nunca das evidências arranjadas que só servirão para referendar a fraude.



Muitos de nós estamos dispostos a pôr a cara ao voto, para que se saiba a verdade antes que nos silenciem. Somos a prova viva da fraude que se cometeu e assim devemos gritar ao mundo inteiro. Apoiem-nos para que a mentira não fique impune, nossas vozes, a evidência eletrônica e a obstrução manifesta de nossos direitos devem bastar para que, sem mais nenhum trâmite, fique ativada a revocatória e se julgue a todos os responsáveis por esta grande infâmia”.

Patricia Rincón



Fonte: www.gentiuno.com



1.700 MILITARES ARGENTINOS PODERIAM SER DETIDOS NOS PRÓXIMOS MESES. JÁ HÁ UMA CADEIA DE TELEVISÃO QUE COMPROU OS DIREITOS DE TRANSMISSÃO



Segundo informes conduzidos pelas Forças Armadas, mais de 1.700 militares do Exército e um número importante de membros de outras Forças, seriam detidos nos próximos meses. Segundo o mesmo informe, uma cadeia de televisão ou um canal já teria “comprado os direitos” de televisionar os julgamentos.



O final anunciado



A partir da divulgação nesta terça-feira, da decisão da Suprema Corte de Justiça com “a nova maioria”, é assim que com os votos de Eugenio Zaffaroni, Juan carlos Maqueda, Enrique Petracchi, Elena Highton de Nolasco e Antonio Boggiano, se pronunciará a favor da imprescritibilidade dos crimes de lesa humanidade, após analisar o caso do assasinato em Buenos Aires do general chileno Carlos Prats e de sua esposa, por mãos do agente de inteligência pinochetista Enrique Arancibia Clavel, ocorrido em 1974.



Este é o ponto de partida para a “anulação”, ou melhor dizendo, declaração de inconstitucionalidade das leis de obediência devida e ponto final, somando a jurisprudência de tribunais inferiores à Corte e uma “tática de abrandamento” das Forças Armadas, para que entreguem seus homens, acusados de violação dos direitos humanos.



Desta forma, depois de mais de 30 anos, muitos militares serão julgados novamente e outros que não figuram nas listas, aparecerão como conseqüência dos julgamentos. Segundo informes da Inteligência, aos quais Seprin teve acesso, um canal de televisão argentino já teria acordos com cadeias internacionais para transmitir os julgamentos destes militares.



É óbvio que o governo do presidente Kirchner apoia e fomenta estas iniciativas que são políticas de Estado e, ao que parece, “influindo” sobre membros da Corte Suprema que alguns ideologicamente foram inimigos dos militares nos anos 70, ou colaboracionistas.



Fonte: www.seprin.com



A INOPERANTE CORTE SOBRE OS DIREITOS HUMANOS DA OEA



A corte sobre direitos humanos estará em seções desdeo dia 30 deste mês, até 9 de setembro na Costa Rica. O novo presidente da OEA, Angel Rodríguez é da Costa Rica e toma posse amanhã. O endereço de internet é este: http://www.corteidh.org.cr/



Com sede em San José, Costa Rica, foi estabelecida pela Convenção Americana sobre Direitos Humanos. É uma instituição judicial autônoma da OEA, cujo objetivo é a interpretação e aplicação de tal Convenção; exerce competência contenciosa e interpretativa. Está integrada por sete juízes eleitos a título pessoal na Assembléia Geral da Organização pelos Estados Partes na Convenção. Porém, nunca tratou do caso de violação da mioria dos Direitos Humanos por parte do governo de Fidel Castro, durante os últimos 45 anos.



Fonte: www.lavozdecubalibre.com



OS INTERESSES NÃO TÊM PÁTRIA



Por Iria Rodiles



Os interesses não têm pátria e no jogo político – muito bem jogado pela dupla Castro-Chávez – escolher o momento para fazer ou não fazer, é tanto mais importante que o fato em si. Como é que se chama isto? Tática ou estratégia? De qualquer maneira, estávamos perdidos de entrada e agora o que menos Bush necessita é de uma Venezuela revoltada porque se a oposição ganha de maneira limpa, os chavistas certamente teriam armado o quiprocó, ou seja, uma confrontação armada em grande escala (a eles não interessa um morto a mais ou a menos) porque, além das armas, têm a experiência de milhares de cubanos e guerrilheiros dentro das mesmas Forças Armadas ou dos grupos de choque chavistas.



Bem disse um humorista venezuelano há pouco: se ganha Chávez, perde o povo e se ganha a oposição, perde o povo. Não há nada que fazer, senão unir-se ao trem para tratar de descarrilhá-lo desde dentro, porém saltando antes que exploda; ou pagar muito bem a algum mercenário experiente nas artes do magnicídio.



Li por aí que nomeram Jesse Chacón para ministro do Interior, em substituição ao “trisoleado” (que tem três sóis de graduação) Lucas Rincón. Estão lhe dando bye bye e pondo o verdadeiro herdeiro de Castro no posto nº 2 que não é o de vice-presidente, certamente, que é um posto de pregoeiro/repetidor, que nem fede nem cheira. O tal de Jesse Chacón tem a seu haver vários mortos no golpe de 92, que Hugo tentou e é um tipo jovem, parecido com Perez Roque, o “delfim de Castro”, que segue ordens sem questionar e está ávido de poder.



Pior não podiam ser os primeiros tiros nesta nova campanha heróica.



Fonte: www.lavozdecubalibre.com



Traduções: G. Salgueiro





segunda-feira, 23 de agosto de 2004

Amigos, o Notalatina de hoje sai com um atraso considerável mas os assuntos abordados certamente hão de compensar. A primeira notícia vem de Cuba mas, ao contrário de todo esse tempo de existência do blog, só contando desgraças, misérias, torturas e escravidão na ilha do terror, essa é uma informação bastante alvissareira. Os cubanos têm, a partir de agora, o sinal da TV MARTÍ liberado pelo presidente Bush, na ilha. Soube que o abutre ficou possesso, pois antes só ele, ou os kamaradas do Partido que possuem antena parabólica podiam acessar esse canal. Fico feliz por eles que agora vão poder ter um contato com o mundo civilizado e do século XXI, que eles desconhecem, absolutamente.



A outra nota vem do Panamá mas sobre um caso de passaportes falsos, concedidos pela ditadura cubana, onde está detida uma família de três pessoas. Oxalá, são espiões cubanos, fingindo-se de “família”... Há ainda a decepção dos governos comunistas que querem a todo custo incluir Cuba em reuniões de países livres. Vejam a declaração sórdida do embaixador da Venezuela que lembra as palavras do papa João Paulo II quando esteve em visita a Cuba. Esta gente distorce totalmente a realidade para que ela se encaixe nos seus propósitos. Para que os países componentes do Grupo do Rio aceitassem a inclusão de Cuba neste evento, ele lembra que o papa pediu que “o mundo se abrisse para Cuba e Cuba se abrisse para o mundo”. Muito bem, mas ABRA-SE Cuba primeiro, pois todos os outros países vivem em uma democracia e, um pouco mais um pouco menos, todos respeitam as liberdades individuais.



Finalmente, um artigo de Rafael M. Estévez desnuda as vestais Carter e Gaviria, em quem em muito má hora os venezuelanos confiaram como “observadores idôneos” para o Referendum do dia 15 de agosto. Esta gente, com o rabo bastante preso a compromissos com o Comunismo, apenas ratificou a MEGA, DESCARADA E GROSSEIRA FRAUDE, ajudando o bufão assassino a perpetuar-se no poder. Bem, amanhã tem mais. Fiquem com Deus!



TV MARTÍ GANHA SINAL EM CUBA



Com imensa emoção, toda a cidade de Sagua La Grande começou a receber o sinal da TV MARTÍ pelo canal 13 que hoje (22 de agosto) à tarde surpreendeu a toda a ilha com o início dos vôos do avião C-130 prometido pelo Presidente Geirge Bush. De todos os pontos da costa norte de Las Villas, recebe-se reportagens deste nítido sinal que agora dá outra alternativa à informação restrita do país.



Pela primeira vez, a população cubana pode ver e ouvir um canal de televisão alheio às transmissões governamentais. Reportagens de Cuba expressam a emoção com que o povo está recebendo estes sinais em várias cidades, desde Oriente até Pinar del Río



Fonte: lavozdecubalibre.com



GOVERNO CUBANO AUTORIZA SAÍDAS COM DESTINO FINAL AOS ESTADOS UNIDOS



Detida no Panamá uma família cubana que tentou viajar para os Estados Unidos com passaportes falsos. Como sua saída de Cuba havia sido autorizada pelo governo de Castro, lhe darão refúgio temporário.



As autoridade panamenhas admitiram uma solicitação de “refúgio” para uma família de três cubanos que foram retidos no aeroporto, quando tentavam viajar para os Estados Unidos com passaportes fraudulentos, provavelmente confeccionados em Cuba. As autoridades de migração anunciaram que pedirão ao Ministério Público que investigue o caso, por suposta relação com uma rede de tráfico de pessoas.



“Fomos notificados pelo Escritório Nacional para a Atenção a Refugiados (OMPAR) que eles encaminharam” para uma proteção humanitária no Panamá, disse ontem a diretora de Migração, Ilka de Barés, em uma coletiva de imprensa. O diretor do OMPAR, Harmodio Jiménez disse à Associated Press que a solicitação de “refúgio humanitário” foi “admitida”.



Os cubanos foram apreendidos por tentar viajar para os Estados Unidos com passaportes desse país falsos. Haviam chegado ao Panamá ao que parece, com seus documentos e vistos panamenhos legais e autorizada sua saída de Cuba pelo governo de Castro.



A família foi detida no Aeroporto Internacional de Tocumen, quando tentava tomar um vôo da COPA para Nova York, disse a diretora de Migração. Foram identificados como Fidel Rodríguez, Francisca Domingo e a menorSandra Rodríguez.



Barés disse que interporá uma denúncia ante o Ministério Público pelo delito de tráfico de pessoas, ante a “certeza” de que os bilhetes aéreos e tíquetes de viagem foram comprados e confeccionados no Panamá, existindo a possibilidade de que o governo cubano esteja envolvido neste tráfico humano para os Estados Unidos.



Fonte: lavozdecubalibre.com



O GRUPO DO RIO FECHA AS PORTAS A CASTRO, APESAR DOS ESFORÇOS DE LULA E KIRCHNER



Brasília (EFE) - A falta de liberdades políticas voltou a fechar à Cuba as portas do Grupo do Rio que arquivou ontem, ao encerrar sua XXIII Reunião de Chanceleres, a possibilidade de iniciar uma aproximação com o governo de Fidel Castro.



Na reunião, de menos de 24 horas, a Argentina, que assumirá no próximo ano a Secretaria Pro Tempore deste fórum de ajuste político, estabeleceu que era hora de abrir os braços a Cuba, único país latino-americano excluído desta plataforma.



O Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, que na inauguração do encontro havia exposto estas intenções, disse hoje que a proposta havia fracassado, menos de 24 horas depois de haver sido formulada. “Há diferenças e as decisões neste fórum tomam-se por consenso. Não há consenso e este assunto foi deixado para outra oportunidade”, declarou o ministro brasileiro, em uma coletiva de imprensa, após o encerramento da reunião.



O sub-secretário de Assuntos latino-americanos da chancelaria argentina, Darío Pedro Alessandro, afirmou que ainiciativa teve “bastante adesão”, porém admitiu que chocou-se com “algumas oposições resistentes”. Segundo Amorim, “trata-se de um assunto ainda sensível”. O chanceler brasileiro pareceu referir-se às mesmas razões que, em 1988, levaram o Grupo do Rio a vetar um pedido de incorporação apresentado pelo governo cubano.



O Grupo do Rio foi conseqüência do Grupo de Contadoria, criado em 1983 pelo México, Colômbia, Panamá e Venezuela, para mediar entre os governos centro-americanos e as guerrilhas de esquerda que então recebiam apoio do regime de Fidel Castro. Fontes diplomáticas disseram hoje que entre os países opostos a entabular algum diálogo com Cuba havia “alguns centro-americanos”, aos quais se haveria somado o Uruguai, que em abril de 2002 rompeu suas relações diplomáticas com essa nação. Entre os que reconheceram que aderiam à proposta, estavam os chanceleres da Venezuela, Jesús Pérez e do Peru, Manuel Rodríguez Cuadros.



Pérez disse hoje que lhe parecia “excelente” a incorporação de Cuba, pela qual podia abordar o Grupo do Rio em função de sua “grande experiência” em planos sociais. O chanceler venezuelano acrescentou que a agora fracassada abertura para Cuba ia “no sentido do que disse o papa João Paulo II, quando falou da necessidade de que Cuba se abra para o mundo e o mundo se abra para Cuba”.



O ministro das Relações Exteriores do Peru também respaldou abertamente a proposta argentina e assinalou que seu país “via com muita simpatia” e até a considerava “imprescindível”



Durante a reunião de dois dias que conclui-se ontem, além de Cuba, que não figurava na agenda oficial, os chanceleres continuaram desenvolvendo a agenda estabelecida em Cuzco (Peru), durante a última Cúpula presidencial do grupo, em maio de 2003. Um dos assuntos fundamentais foi a possibilidade de continuar aplanando o caminho para uma nova arquitetura financeira que libere recursos para o investimento em infra-estrutura na América Latina. Rodríguez Cuadros explicou que as discussões centraram-se na modificação da contabilidade, para não considerar como gasto o investimento em infra-estrutura.



Fonte: lavozdecubalibre.com



CHÁVEZ JOGOU COM CARTAS MARCADAS



Por Rafael M. Estévez



O povo venezuelano não foi derrotado: foi enganado pelo rufião e ex-golpista de Miraflores, que se burlou do mesmo jogando com um baralho de cartas marcadas, com o aval do ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter e do ex-presidente da Colômbia e ex-Secretário da OEA, César Gaviria que, sem nenhum dos dois estar presentes na sala de contagem e verificar as máquinas de votação antes e/ou depois, deram o NÃO que Chávez necessitava para consolidar-se no poder.



Ao ver esta fraude, não em vão Simón Bolívar teve a visão futurística de como Chávez ia pisotear “La Gran Colombia”, quando disse em seu leito de morte disse: “Arei no mar”. A postura destes observadores é ianudita, porém, não nos surpreendeu a nós que recordamos de Jimmy Carter, não por seu Prêmio Nobel da Paz (dos Sepulcros), senão por forçar a saída do Xá do Irã, que exilou-se na ilha Contadora no Panamá. Atualmente o Irã é um país que protege os terroristas e está desenvolvendo um perigoso programa de armamento atômico.



Também quando disse ao sádico ditador romeno Nicolau Ceausescu: “Nossas metas são as mesmas: ter um justo sistema econômico e político... onde possamos melhorar os direitos humanos e a liberdade de nossa gente”. Em nosso Hemisfério, pediu por escrito a renúncia de Anastasio Somoza, em 1979, para que a matilha sandinistausurpasse o poder e destruísse o país, e ainda tem controle no Congresso da Nicarágua e nomearam inúmeros juízes que compartem uma justiça parcializada.



Não satisfeito em criar um caos político na Nicarágua, entregou o Canal do Panamá ao defunto Omar Torrijos, antes que o Congresso dos Estados Unidos o aprovasse. Embora atualmente o governo panamenho o administre, a maioria dos negócios estão sob a tutela de um governo forâneo. Não há que esquecer que, em 1980, permitiu ao tirano cubano o êxodo massivo Mariel-Key West, pelo qual vieram centenas de ladrões, assassinos e espiões. Não contente com isto, há apenas dez anos bastou a Carter peguntar a um empregado de um edifício se havia armas biológicas e químicas na ilha, e sem a ajuda de experts ou buscar nada, convocou a imprensa e disse que não as havia na ilha escrava. Incrível, não é verdade?



César Gaviria tem um eterno compromisso com o tirano cubano, por haver salvado a vida de seu irmão que estava seqüestrado pela narco-guerrilha colombiana anos atrás, e como bom irmão voou à Havana, para que o libertassem e o sátrapa o agradou. Além disso, o que fez seria com alguma condição? Isso o decidem os amáveis leitores!



Ambos são um um perigo ao tratar de arrumar os problemas que conduzem às democracias, porém sempre de uma maneira genuflexa e em favor dos inimigos da liberdade. Embora presidentes e digantários de muitos países tenham felicitado o eminente aluno do tirano cubano, aceitando os resultados manipulados do Referendum Revocatório, pouco a pouco, como a ponta de um iceberg, se vão conhecendo as fraudes eletrônicas que foram usadas para roubar do povo o direito de eleger seus governantes.



A indignação de milhões de venezuelanos reflete-se nas reuniões, programas de rádio e demonstrações que fazem, pacificamente, porém os chavistas, não satisfeitos com os assassinatos que cometeram com impunidade desde ponte Llaguno, novamente tingiram de sangue as ruas da Venezuela assassinando impunemente e à vista de todos sem esconder seus rostos, porque se presume que são agentes do tirano cubano importados para criar o caos, os que foram reconhecidos e que possivelmente já escaparam ou foram postos em liberdade por não se lhes ter confiscado as armas homicidas.



É conhecido de todos que os assassinos de ponte Llaguno foram presos e deixados em liberdade quando as autoridades judiciais chavistas alegaram que os vídeos em que se viam disparando nos manifestantes, não eram provas suficientes. Ao que parece, não se lhes via disparando em ninguém em particular, não se fez um exame de balística e comparação das balas nos adáveres com as armas dos assassinos, ou as balas eram de festim.



O ex-presidente do Equador, Abdalá Bucaram, que reside no Panamá, anunciou sua volta ao Equador e poderia alinhar-se com Chávez para estender a grande “Revolução Bolivariana”, porque Bucaram deseja continuar suas metas e o melhor, solicita a Chávez as máquinas tabuladoras, o programa e o perito que as programou, para ganhar a eleição no Equador.



Outro que congratulou-se ao ex-golpista por telefone foi Daniel Ortega e há rumoresde que também solicitou as máquinas e o sistema para ganhar as próximas eleições na Nicarágua, porém não pensa em devolver a casa confiscada desde 1979, embora perca as eleições. A tragédia que vive o povo venezuelano com esta mega fraude cibernética, deve-se a que a oposição confiou na boa-fé durante as extensas conversações e a mediação destes personagens que estão bem escorados pela esquerda, enquanto que o ex-golpista se preparou com tempo suficiente e jogou ao estilo dos rufiões fraudadores com um baralho de cartas marcadas, assestando um moderno golpe de estado sem balas.



Oxalá a Venezuela possa superar esta situação volátil sem mais prisões, perdas de vida e que recobre a liberdade roubada por um caipira que desconhece o que é a verdadeira democracia, e o demonstrou ao liderar em 4 de fevereiro de 1992 um arteiro golpe militar no qual se derramou muito sangue de inocentes.



Fonte: lavozdecubalibre.com



Traduções: G. Salgueiro





sexta-feira, 20 de agosto de 2004

Não era minha intenção falar só da Venezuela hoje, mas a vilania e a sordidez do vem ocorrendo desde a divulgação daquela pseudo-vitória do delinqüente abjeto Chávez, obrigam-me, por um dever de consciência a denunciar toda a farsa, toda a mentira, toda a MEGA FRAUDE da “Revolução Bonita” e seu Referendum Revocatório.



Esta “auditoria” é mais uma farsa, conforme venho denunciando aqui desde o início da semana pois, para começar, todos os “auditores” são da esquerda ou têm o rabo preso de algum modo com o bufão ditador Chávez. Os cálculos de probabilidade seguidos pela matemática mundial, na Venezuela assumem outra lógica e outras regras pois o que vale é o padrão revolucionário bolivariano. A oposição apontou, com provas, que em vários centros de votação o SIM teve o mais preciso e exato número de votantes. Que me expliquem os matemáticos como tal façanha é possível!



Não há débil mental que se convença da normalidade disso mas, dentre os auditores, é voz corrente a afirmação de que “a auditagem está provando que o processo ocorreu de forna legal e legítima, e que os números indicados pelo CNE conferem rigorosamente com o que estão apurando agora”. A estupidez dessa gente não tem mesmo nenhum limite nem senso de proporções! Uma das pessoas que afirmou esta sandice (ou melhor, canalhice) foi Edgar de Castro, um comunista que produziu um “documentário” sobre a Guerrilha do Araguaia e uma tal deputada do PT de codinome “Maninha” que foi participar e dar seu aval ao crime, e voltou cheia de “idéias bolivarianas” para implantar aqui.



Um amigo venezuelano me informa isto que não posso deixar de denunciar, vejam:

“As ‘papeletas’ que mostram o voto de cada um, depositam-se em uma caixa, lacra-se a caixa ao terminar a votação e essa caixas são levadas pelos militares para guardar nas diferentes guarnições. Agora, quando se pede uma revisão, aquele que pede é que indica o que quer revisar; aqui não. O CNE foi quem disse o que se ia revisar. Escolheram algumas caixas, elas foram recolhidas nas guarnições sem o testemunho de ninguém e trazidas ao CNE. A Srª Mc Coy, chefe do Centro Carter na Venezuela, declarou que se as caixas haviam sido alteradas ou não, desde a eleição até ontem, quando foram trazidas a Caracas, era responsabilidade dos militares e eles (do Centro Carter) não se metiam nisso, que garantiam que desde que chegaram ao CNE não tinham sido violadas, que eles dormiram com as caixas. A situação se explica bem com os seguintes exemplos: suponha que no jogo do bicho a onça ganha três sorteios seguidos. Que aconteceria? Aqui o brasileiro Sr. Edgar de Castro disse que “a repetição de números era natural e não tinha nada de particular”. E agora, suponha que a Polícia quer revistar a casa de um traficante de drogas, porque suspeita que tem drogas na casa. Então, o traficante lhe permite revisar só a sala e a copa; os demais aposentos, não. Isso é o que está sucedendo aqui. A OEA e o Centro Carter estão assistindo a essa revisão, embora a CD não esteja participando porque declarou que não é isso que querem revisar. Parece que a fraude se fez com duas adições: 1. Um tope numérico para o SIM, há até agora uns 4 topes diferentes e, 2. enquadrar as porcentagens em 60% para o NÃO e 30% para o SIM.



Creio que muito provavelmente o povo venezuelano não fique tranqüilo ante a fraude e, quando o choque passar, reagirá violentamente”.



Bem, vamos às notícias dos jornais porque não diferem muito do que já afirmei acima. Sinto uma profunda vergonha de que o Brasil esteja sempre do lado dos malfeitores, dos terroristas, dos delinqüentes criminosos, sabotadores e terroristas mundiais, mas isso já era esperado com a ascenção desta “casta” de terroristas comunistas que foi, por meio do voto legal dado pela militância de todos os matizes do comunismo nacional, dos idiotas úteis, dos companheiros de viagem, da intelectuária, da classe jornalística vendida e prostituída, dos oportunistas e sobretudo daqueles que dizem “ter horror à política”, conduzidos ao poder.



Vejam a reportagem em que o chanceler da Venezuela “descarta”, sem nenhuma cerimônia e bem ao estilo soviet, o tal “Grupo de Amigos da Venezuela”, uma vez já consolidada a vitória do castro-comunismo do filhote de Fidel naquele país. Para bom entendedor, uma palavra basta e ele foi claríssimo!



Tenham um ótimo final de semana e que Deus nos proteja dessa “Roubolução Bonita”!



O “VÍRUS DO GUAIRE” CUMPRIU SEU PAPEL



O vírus informático batizado de “O vírus do Guaire” cumpriu exatamente o que eu havia previsto em meu artigo do passado 5 de julho: “Está o futuro da Venezuela nas mãos dos hackers?” Se o vírus foi injetado nas máquimas eleitorais (agora chamadas de “máquinas caçabobos”) quando foram construídas, com a ordem de despertar no dia das eleições, ou se foi injetado na rede telefônica do CNE (Conselho Nacional Enemigo) no mesmo dia 15 de agosto, isto não tem importância agora, pois o certo é que o vírus do guaire cumpriu seu papel e os resultados os temos ouvido. A falta de checagem quente (logo após o fechamento da votação) foi fatal e fazer agora a autópsia nas máquinas, pode resultar inútil, se o vírus tinha instruções de auto-destruição para o dia seguinte a seu trabalho. Oxalá apareçam outras evidências que possam provar a gigantesca fraude a qual, além de criar inconformidade e rechaço geral, impõe aos venezuelanos a dúvida de saber “quem é quem”.



O ocorrido nos deve ensinar que as máquinas caçabobos poderão servir no futuro somente se preparadas, verificadas e operadas por pessoal extra-terrestre. Dos Observadores Cegos Internacionais é inútil falar; não estão em dia com as astúcias informáticas e deveriam fazer um cursinho em Cuba para estar à altura das atuais exigências. O mal é que a opinião deles é levada em conta como se fossem uns experts infalíveis, ainda quando atuam com uma ligeireza infantil. Oxalá as evidências que o povo busca, possam ridicularizar estes personagens que (conjuntamente com Francisco Cara-e-Perro)* com tanto descaramento têm ofendido ao povo venezuelano.



Outro assunto gravíssimo que se observa em conseqüência deste Referendum, é a reiterada covarde deserção, ausência e traição dos componentes das Forças Armadas (Traidores Armados) que se instruíram em ambientes democráticos e recebem dinheiro de todos os venezuelanos para defender a Pátria de qualquer inimigo, interno e externo, defender a democracia e, sobretudo, ao povo o qual tem todas as razões para manifestar seu mais profundo repúdio a eles.



*Ele refere-se a “Carrasquero” que torna-se intraduzível, por desvirtuar o sentido.G.S.

Fonte: www.VenezuelaNet.org



“NÃO NECESSITAMOS DO ‘GRUPO DE AMIGOS’’



O chanceler Jesús Pérez assegurou que a Venezuela “já resolveu sua crise” e, portanto, não necessita do Grupo de Amigos do secretário geral da OEA: “Esse Grupo de Amigos se constituiu quando da crise e quando uma crise está resolvida, já não não há necessidade”. “Não temos necessidade de um pequeno grupo de amigos porque temos muitos amigos”, acrescentou em uma coletiva de imprensa na sede da Embaixada Venezuelana em Brasília. “O que tínhamos que buscar... era uma saída. Já nestes momentos a saída aí está”, disse o chanceler, que chegou quinta-feira aqui, para participar até amanhã de uma reunião de ministros do Exterior so Grupo do Rio.



“A Venezuela está normal, os venezuelanos somos normais e adultos”, assegurou. “Todos os venezuelanos do ‘sim’ e do ‘não’ estamos reconciliados com a democracia”. O chamado Grupo de Amigos do Secretário Geral da OEA para a Venezuela, formou-se em 2002 e é integrado pelo Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, México e Portugal.



O chanceler Pérez acrescentou que “desde o princípio, o Grupo de Amigos não se conduziu como amigo. Quando se faz um grupo de amigos é para ser verdadeiramente amigos, porém dentro dos amigos nós (o governo venezuelano) tínhamos inimigos, que era o Governo dos Estados Unidos e o governo espanhol de (agora ex-chefe do governo) José María Aznar”.



Disse que a oposição ao triunfo do presidente Chávez em 15 de agosto em um referendum, era de “setores minoritários que desaparecerão; uma minoria que não significa nada”. Esses setores não reconhecerão o triunfo de Chávez, “nem que Papai do Céus venha e lhes diga que o presidente Chávez é o presidente”.



Celso não sabe nada



O Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, disse hoje que a continuidade do Grupo de Países Amigos da Venezuela dependerá de uma decisão soberana dessa nação, cujo chanceler, Jesús Pérez, afirmou que essa instância já cumpriu com os seus objetivos. “A Venezuela é um país soberano. Se não quer o Grupo de Amigos, pois não o haverá”, declarou a jornalistas Amorim, durante a abertura da XXIII Reunião de Chanceleres do Grupo do Rio, na capital brasileira.



“O Grupo de Amigos foi formado por uma resolução específica que dava poderes ao secretário geral da OEA (César Gaviria) e em função disso foi que se o criou”, destacou o chanceler brasileiro. O Brasil estabeleceu a idéia de criar uma plataforma para apoiar a gestão mediadora da OEA no inflamado conflito venezuelano.



“Esperamos que tudo se desenvolva bem, porém continuaremos esperando”, disse Amorim, depois de que o chanceler venezuelano, em uma coletiva de imprensa oferecida hoje em Brasília, afirmou que as tarefas da OEA, como do Centro Carter e do Grupo de Países Amigos havia acabado com o referendum do domingo passado. “O chamado Grupo de Amigos da Venezuela, integrado pelo Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, México e Portugal, foi formado em meio à greve geral convocada pela oposição, em fins de 2003, e serviu como suporte da gestão mediadora da OEA e do Centro Carter”.



Fonte: www.el-nacional.com



MENDOZA: ENTRE ESTA E A PRÓXIMA SEMANA ESTAREMOS EM CONDIÇÕES DE DESMONTAR A FRAUDE



O porta-voz máximo da Coordenadora Democrática, Enrique Mendoza, assegurou que a oposição estará em condições entre esta e a próxima semana, de desmontar a fraude. Em uma entrevista concedida à CNN, o líder da coalizão opositora disse que nem a OEA, nem o Centro Carter, podem certificar primeiras mudanças dos resultados, porque só viram a ação final.



“Isto foi montado, de tal natureza, a fraude eletrônica, que indubitavelmente no que eles se limitaram em verificar nas auditorias não deve produzir maiores informações do que o próprio Conselho Nacional Eleitoral quer mostrar”, expressou. Informou que há equipes da oposição que trabalham noite e dia para tratar de desmontar este complexo processo.



“Agora entendemos porquê, de forma sistemática, até o final, o Conselho Nacional Eleitoral manteve a idéia de não permitir nem auditoria, nem a presença não somente dos observadores internacionais, como de um dos atores que eram os que representavam a oposição”, acrescentou o governador de Miranda. Mendoza denunciou que em mais de 190 centros que seriam auditados “quentes”, na madrugada de 16 de agosto, só permitiram à Coordenadora Democrática estar em 26



Fonte: www.globovision.com



Traduções: G. Salgueiro